CARTAS
E o pedágio?
Requião saiu do governo e não cumpriu a sua principal promessa de campanha: solucionar o problema do pedágio. Foram mais de sete anos de enfrentamento com as concessionárias sem resultado prático para os usuários. O valor da tarifa continua aumentando e não há a devida contrapartida em obras de expressão, principalmente a duplicação das rodovias. Seria interessante que o governador Orlando Pessuti retomasse o diálogo com as concessionárias. Quem sabe, poderíamos ter benefícios à altura dos preços que pagamos. Se pudéssemos observar obras constantes nas estradas pedagiadas, talvez nem sentiríamos o peso das tarifas.
LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina
Perigo na PR-445
Com a liberação do viaduto da PR-445, começaram as obras de ampliação da Avenida Ayrton Senna e a Visatec interditou as vias marginais da PR-445 utilizadas para o acesso à Unopar e à Pitágoras. Como ficou mais difícil entrar na marginal, as inúmeras vans de transporte de estudantes das cidades da região os estão deixando à beira da rodovia, forçando-os a fazer a travessia da PR-445 por conta da própria sorte. Diariamente os alunos arriscam suas vidas na travessia da rodovia. Os motoristas ainda fazem manobras de retorno em locais proibidos. Será preciso que haja mortes ali para que as autoridades tomem as medidas necessárias?
HENRIQUE GAMBARO VIEIRA (professor) - Londrina
Caixa 2
Sobre a matéria ''Tem que afastar os 54', provoca deputado'' (Política, pág. 7, 15/04), em resposta ao que fomos obrigados a ouvir do deputado Jocelito Canto (PTB) ao perguntar ''quem é que não tem caixa 2?'', respondo: o povo não tem. Esse mesmo povo que sofre para ganhar um salário de R$ 510 por mês e é obrigado a sustentar sua família com esse montante. Esse mesmo povo trabalha a vida inteira e que quando chega a velhice, já doente se sem forças, tenta conseguir um benefício da Previdência Social que lhe é negado pelos peritos. O aposentado ainda ouve que ainda é capaz de produzir para esse mesmo país onde existe um deputado capaz de soltar tamanha barbaridade. Está na hora de mudar essa situação e tem que ser nas urnas.
MARCELO RISSATO (professor) - Arapongas
Dilma e a miséria
Sobre a matéria ''Dilma diz que acaba com a miséria no país em 10 anos'' (Política, pág. 6, 21/04), mentiras e bravatas tal qual o seu padrinho. O Brasil não merece tanto descaramento.
JOAQUIM DE ABREU JUNIOR (técnico em manutenção) - Cambé
Culpa da praça
Lamentável e revoltante o assassinato de mais um cidadão londrinense, aluno da Unifil. O fato ocorreu ao lado de uma praça que fica ao lado da instituição de ensino. No primeiro instante a praça La Salle também ficou com a culpa e para penalizá-la sugeriram até a eliminação da sua grande árvore. Era o que faltava! O poder público a abandona e os seus vizinhos a ignoraram. Pode ser ela culpada? A La Salle, assim como todas as outras similares, existe para oferecer ao cidadão um espaço alternativo mínimo de convivência, recreação e contemplação da natureza. Sugiro, então, que sejam elas percebidas e mais bem cuidadas, até pelos seus vizinhos e menos culpabilizadas, procurando-se assim a redução da ''cegueira'' coletiva que muitas vezes predomina no combate aos problemas urbanos.
AIRTON NOZAWA (professor) -Londrina
Correção
- A foto que ilustra a matéria ''Secretaria prioriza segurança em Curitiba'' (Geral, pág. 8, 21/04) é do novo secretário de Segurança Pública, Aramis Serpa.





