CARTAS
A 'bituca' do médico
A todo instante são feitas campanhas contra o lançamento de lixo nas ruas. Por mais que esperemos esforços da população, parece que jamais alcançaremos as metas desejadas. Dias atrás, na rua Duque de Caxias (esquina com a JK) presenciei um médico fumando na porta clínica, enquanto um paciente aguardava atendimento. Estarrecedora foi a atitude dele: jogou a ''bituca'' na rampa de acesso do própro estabelecimento. Lamentável!
JORGE MORIYO KUMAGAI (bancário) - Londrina
'Pulseiras do sexo'
Com relação à matéria '''Pulseiras do sexo': proibir ou não?'' (Folha Cidades, pág. 1, 31/03), a autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos dos filhos. É de dentro de casa que carregamos o espelho das nossas atitudes. Hipocrisia é pensar que essa modinha é normal. Se os pais engolirem ''sapos'' dos filhos, eles pensarão que a sociedade terá que engolir também.
MÁRIO FUZETO (técnico em contabilidade) - Itambaracá
Uso consciente
Os adolescentes que fazem uso desses acessórios estão mais que conscientes da finalidade das tais pulseirinhas. Os ''estudiosos'' só falam em conscientizá-los, o que em outras palavras quer dizer que ''quem lava asno desperdiça água e sabão'', ou seja, perde tempo. É necessário proibir o uso dessas pulseiras, primeiro em casa e depois nas instituições. A juventude de hoje está mais que ciente dos riscos e prejuízos que a rodeia.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Reação tardia
Foi preciso que a bomba estourasse para que o Núcleo de Ensino de Londrina abrisse os olhos. Nossas crianças são bombardeadas todos os dias com todo tipo de pornografia e a escola - que tem que ter um papel fundamental - deixa muito a desejar. Tudo sobre sexo vai além de uma conversa de pai para filho. Agora o Núcleo se mexe, mas ninguém se manifestou quando o governo federal resolveu querer colocar máquina de camisinha nas escolas. Colhemos o que plantamos.
JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina
Drogas nas escolas
Aproveitando o gancho da ''pulseira do sexo'', estive em uma reunião no Colégio João Rodrigues da Silva com a doutora Édina de Paula, em março de 2009, e até o momento nenhuma ação foi tomada para combater o tráfico de drogas nas imediações do colégio e tão pouco a reforma dos muros. A pulseira só vem acrescentar mais um item problemático nas escolas. E quanto ao uniforme, meninas com calças agarradas, blusas mostrando o umbigo, o que faremos? A quem temos que recorrer para obrigar os pais a seguirem regras?
ROSEMEYRE NICOLAU DE ANDRADE PELISSON (analista de sistemas) - Londrina
Cadê o Procon?
Sobre a matéria ''Posto de gás natural deixa consumidor na mão'' (Folha Economia, pág. 4, 30/03), fiz o investimento na compra de um carro a gás natural para obter a tal economia e vantagens do uso do chamado combustível limpo e menos poluente, visto que preciso me deslocar a trabalho de Cornélio Procópio até Londrina todo dia. Só o que consegui, de outubro para cá, foi estresse e incomodações. Pela quilometragem que faço diariamente (cerca de 170 km/dia e até 4 mil km/mês), teria que abastecer todo dia e, por vezes, me desloquei os 10 quilômetros que separam o meu trabalho do Posto Gastech sem conseguir abastecer. O Ministério Público e o Procon deveriam agir em função de todos os que foram lesados.
RICHARD WILLIAN MATURANA (professor) - Londrina





