CARTAS
'Lanchódromo'
Com relação ao problema dos ambulantes do Centro de Londrina, poderíamos seguir o exemplo de cidades de São Paulo que possuem ''lanchódromos'', locais com vários quiosques que oferecem alimentos de qualidade e os profissionais trabalham de forma organizada. Isso dignifica os trabalhadores informais que não ficam expostos a chuva e sol. Além disso, podem contar com água potável, energia elétrica e sanitários à disposição dos ambulantes e dos que frequentam o espaço. Fica aí a sugestão!
MARCELO LIMA (corretor de imóveis) - Londrina
Veto à pulseirinha
Com relação à matéria ''Pulseirinha, um desafio aos pais'' (Geral, pág. 7, 30/03), desejo parabenizar o Colégio Maxi pela proibição do uso das ''pulseiras do sexo''. Minha sobrinha estuda no colégio e aprovamos a iniciativa do professor Virgílio Tomasetti que, mesmo sendo diretor de um colégio vanguardista, não temeu tomar atitude polêmica e aparentemente fora de moda, mas que unicamente visa proteger nossas crianças e jovens de modismos que podem ferir a integridade física e emocional deles.
SIMONE CAETANO (secretária) - Londrina
Inversão de valores
Parabéns ao diretor do Maxi por proibir o uso das pulseiras polêmicas, mas temos que nos conscientizar que os estabelecimentos de ensino não têm obrigação de educar nossos filhos. Os pais devem ficar atentos e acompanhar mais os filhos para evitar situações desagradáveis. Não quero ser demagogo, mas se ao invés de pulseira criarmos o hábito das coisas de Deus, será que a moda pegaria?
NELSON MEIRA DA SILVA (técnico em telecomunicações) - Londrina
Fim dos tempos?
Sobre a matéria ''Pulseira do sexo' faz vítima em Londrina'' (Geral, pág. 7, 30/03), é absurdo uma simples pulseira colorida determinar a conduta sexual ou íntima de uma pessoa. Realmente os fins dos tempos estam aí.
CÁSSIO COSTA DE OLIVEIRA (encarregado de almoxarifado) - Londrina
'Pulseira do sexo'
Na última segunda-feira, passei em frente ao Colégio Vicente Rijo por volta do meio-dia e tinha uma banca em frente à escola com centenas dessas pulseiras à venda. O que as autoridades, pais e professores têm a dizer sobre isso?
CLEIDE DE PAULA (jornalista) -Londrina
Falta de GNV
Parabéns à FOLHA pela excelente e oportuna reportagem ''Posto de gás natural deixa consumidor na mão'' (Folha Economia, pág. 4, 30/03). É revoltante o que a Gastech está fazendo com os usuários de GNV. Qualquer empresa por mais desorganizada que seja, sempre tem um prazo para conclusão de obras.
JOÃO BAPTISTA FILHO (administrador de empresas) - Primeiro de Maio
Consumidor na mão
Proprietário de veículo movido à gasolina e contaminado pela propaganda de que o gás veicular já estaria atendendo em Londrina com 60% de economia e um combustível limpo, etc., resolvi aderir ao GNV. Fiz a conversão do meu veículo para o GNV e gastei perto de R$ 4 mil. Agora, o posto que nos abastece simplesmente fechou para reformas sem aviso. Ficamos na mão! Creio que é falta de respeito a todos os proprietários de veículos convertidos. Conclamo o Procon e a Prefeitura, que concedeu o alvará de licença, para tomem uma atitude. Quem vai ressarcir os prejuízos de taxistas, viajantes e prestadores de serviços que se utilizam deste combustível para trabalhar?
ANTONIO CARLOS RODRIGUES GIL (comerciante) - Londrina





