Criatividade


Percebo que o poder público de Londrina ao longo do tempo tem que fazer a mesma coisa, uma, duas e até três vezes para conseguir a concretização do objetivo. Objetivo esse já em prática com sucesso em outras cidades. Gostaria de sugerir ao nosso prefeito a busca de criatividade realizada em outras cidades para que tenhamos uma Londrina melhor. Sugiro uma visita a Maringá onde a iluminação pública foi rebaixada nos postes. Com isso, a cidade ficou mais iluminada e segura, enquanto em Londrina o que é iluminado são as copas das árvores, ficando as ruas e calçadas sem iluminação por estarem sob a sombra das árvores.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Abuso de poder


Recentemente houve um princípio de rebelião no 5º Distrito Policial de Londrina. Em um jornal televisivo uma das detentas fez uma denúncia gravíssima de que ainda tem havido abusos sexuais contra as mesmas por parte de alguns policiais que mantêm verdadeiras ''orgias'', segundo ela. Esta denúncia é muito séria. O Ministério Público e as organizações de defesa dos Direitos Humanos deveriam averiguar a veracidade disso e punir exemplarmente os envolvidos. Estas mulheres não são objetos sexuais e sim seres humanos, que já estão cumprindo suas penas e também têm direito a manter sua dignidade. Fica aqui meu protesto no mês internacional da mulher.

ALCIONE DE MELLO E SILVA (médica pediatra) - Londrina


Culpa da imprensa?


Com relação à matéria ''Procuradora diz que nada foi 'às escuras''' (Política, pág. 4, 24/03), segundo a procuradora jurídica da Câmara foi normal o reajuste autoconcedido pelos vereadores. Normal seria se o trabalhador tivesse um atendimento digno em postos de sáude, se pudessem trabalhar tranquilamente sem ter o medo de amanhã estar sem serviço, normal seria se os servidores de carreira tivessem esse aumento há muito tempo. E os vereadores ainda vêm culpar a imprensa?

JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina


Moral da história


Seria muito interessante que a procuradora da Câmara de Londrina, Michele Bazo, esclarecesse qual a definição de ''princípio de moralidade'' que utiliza quando defende ações de vereadores, dizendo que ''não é o que é moral ou imoral para a sociedade''. Os edis foram eleitos pela sociedade e devem pautar seus príncípios por aqueles que são reconhecidos por esta mesma sociedade, e não por quaisquer outros. Gostaria também que ela informasse como podemos ''propor uma ação popular uma lei'', visto que alega que ''qualquer um é parte legítima'' para fazer isso. Que eu saiba, elegemos vereadores para que façam este trabalho. Se não são necessários, para que os elegemos?!

NINA CARDOSO (terapeuta floral) - Londrina







Enfermeiro


Sobre a matéria ''Sob os cuidados do enfermeiro'' (Folha Economia, pág. 1, 17/03), informamos que o curso de Enfermagem da UEL vem formando enfermeiros há 38 anos e tem recebido reconhecimento nacional por ter sido um dos pioneiros a implantar o Currículo Integrado com o uso de metodologias ativas de ensino. O programa se destaca pela inserção precoce do estudante, desde o primeiro ano do curso, na prática em saúde, além da diversidade de cenários teóricos e práticos de ensino e pelo envolvimento dos alunos em projetos de pesquisa, ensino e extensão. O campo de atuação para o enfermeiro hoje no Brasil cresceu exponencialmente pelas necessidades de atendimento qualificado à saúde, e que 89 desses campos podem ser visualizados pelo site: www.expertu.com.br/ligia.

MARIA HELENA DANTAS DE MENEZES GUARIENTE (coordenadora do curso de Enfermagem da UEL) - Londrina

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