Adeus Zilda Arns


Morreu na minha opnião a maior cidadã brasileira da história recente do nosso país. Tivemos grandes ídolos do esporte como Pelé, Senna, Guga, grandes nomes em outras áreas, mas a doutora, mãe, líder, o espírito de luz chamado Zilda Arns fez muito por seres indefesos e responsáveis pelo futuro: as nossas crianças. A terra chora a perda, o céu agradece sua chegada. Adeus e obrigado Zilda Arns.

PAULO SÉRGIO MAGALHÃES (investigador de polícia) - Londrina

Nobel da Paz


A humanidade ficou mais pobre! Seres humanos como Dra. Zilda, são a resposta de Deus, para que possamos acreditar sempre nos seres humanos. Se há alguém hoje neste mundo, que merece o Nobel da Paz, este alguém só pode ser ela. Uma ''Filha do Brasil'' com toda a dignidade e honra. Ela sim merece ter a sua história e a de sua obra contada e eternizada para que todas as gerações a conheçam.

ANTONIO CARLOS FRANÇA ARRABAÇA (psicólogo) - Londrina

Exemplo


Enquanto estávamos em férias, Zilda também poderia estar viajando por lindas praias ou fazendo compras na Europa, a exemplo de outras pessoas do seu privilegiado nível social. Zilda, movida pelo seu enorme coração e vocação, preferiu estar em meio ao caos do Haiti, em missão humanitária. Poucos de nós sabíamos que ela estava lá, pois não lhe interessava a promoção pessoal. No meio de nossa vida atribulada em busca das coisas que passam, saibamos reconhecer o trabalho e o exemplo de vida dessa mulher forte e guerreira que sempre se voltou e abraçou as coisas que não passam, e saibamos enxergar, com nossa peculiar miopia social, ao menos ''um vulto'' do que ela representou para cada criança alcançada por sua bondade, seu acolhimento e seu amor.

LEÔNIDAS BENETELO (contador) - Londrina

PEDÁGIO


Ao voltar de São Paulo no dia 29/11, pela primeira vez entrei no Paraná de carro pela estrada que liga Ourinhos/Cambará à Londrina. Fiquei indignado logo que pisei em solo paranaense, uma vez que ao atravessar a ponte do Rio Paranapanema já paguei o primeiro pedágio com o valor de R$ 10,70. O valor parece absurdo, no entanto absurdo foi quando cheguei à Jataizinho e outro pedágio foi pago no valor de R$ 11,70. Quando cheguei em solo Araponguense, o último pedágio no valor R$ 5,30. Esse último até foi um alívio pelo preço. Num percurso de 160 km tive que desembolsar um valor de R$ 27,70 para trafegar numa estrada de pista única quase todo o tempo, cheia de curvas e perigosa. Isso sim posso chamar de um absurdo inaceitável.

MARCELO RISSATO (professor) - Arapongas PR

Tragédia anunciada


Foi preciso acontecer, foi preciso ceifar vidas, foi preciso virar notícia para que as autoridades tomassem as devidas providências. Estou falando do caso específico de Angra dos Reis. Foi preciso acontecer uma tragédia para que as autoridades, para sair na mídia, anunciassem as providências (interdição e demolição). Mas por conta desta incompetência e descaso, ali já foi gasto dinheiro público para o resgate, o qual poderia ser evitado e ser aplicado em outros benefícios públicos. Como já disseram anteriormente, o Brasil realmente é terra de ninguém. Se for para desfazer agora, por que deixaram fazer? Somente são implacáveis para criarem mais impostos para que os cidadãos de bem, trabalhadores e que realmente produzem paguem em dia para poder fomentar a ação dos corruptos. Volto a repetir, ainda comemoram a Rio 2016.

MASSAKI FUJIMURA, advogado - Terra Rica

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