'Flanelinhas'

O caso dos flanelinhas que infestam Londrina é um assunto recorrente. Mas é flagrante a forma como somos achacados por eles. Não raras vezes exigem pagamento mediante arbitramento de valores previamente definidos por eles e até antecipação do pagamento mediante ameaças veladas. Trata-se de uma situação flagrante em Londrina e até o momento nada foi feito pelos poderes constituídos para assegurar aos cidadãos que pagam seus impostos a sua irrestrita liberdade de circular e estacionar onde quiserem sem serem molestado pelos flanelinhas.

HELEMILTON DIAS DE OLIVEIRA (advogado) - Londrina


Descaso


Neste final de ano tive o privilégio de conhecer a ilha de Superagui no Paraná, uma das mais belas praias do litoral brasileiro. Porém, voltei decepcionado com o descaso com que estão tratando esse patrimônio de todos nós. O lixo gerado tanto por moradores como pelos turistas, que conforme os próprios moradores me informaram além do que pude ver, não é recolhido por nenhum órgão público e o que não é enterrado está sendo queimado!

JOEL MAURICIO BARROZO (empresário) - Londrina


Indenização para jogadores


Quando pensei que já tinha visto tudo, aparece a notícia de que o presidente Lula autorizou o pagamento de indenização no valor de R$ 465 mil a cada um dos jogadores da seleção brasileira de futebol que foram campeões mundiais nas Copas de 1958 e 1962, com Pelé entre eles. Além disso, receberão também uma aposentadoria mensal vitalícia de R$ 4,6 mil! Agora me digam: ''indenização'' do quê? Me lembro que eles ganharam muito bem na época. Está sobrando dinheiro! E só para constar, aqui em Guaíra a creche diminuiu a idade da garotada com direito a alimentação porque está faltando comida pra todo mundo.

JOÃO ALBERTO TWARDOSKI (médico) - Guaíra

Plantão nas creches

Gostaria de parabenizar a Prefeitura de Maringá pela iniciativa de abrir suas creches neste período do ano, que de praxe ficam fechadas. A exemplo dos postos de saúde, deveria fazer-se escala de férias dos funcionários para evitar fechamentos por períodos tão longos como ocorrem nas férias. Muitos pais, como eu, trabalham durante esta fase, o que nos obriga a deixarmos nossos filhos com terceiros. Em muitos casos, as crianças ficam sozinhas em casa, trancadas ou não, pois os pais não têm com quem deixá-las, expondo-as a diversos riscos. Há também a realidade de que para muitas destas crianças, as refeições ali oferecidas são quase que as únicas das quais elas dispõem. Gostaria de sugerir às autoridades que seguissem o exemplo dessa maravilhosa cidade. O que é bom, tem que ser aproveitado. Fica a sugestão.

ALCIONE DE MELLO E SILVA (pediatra) - Londrina

Acesf


Recentemente pude experimentar o desconforto que são as instalações da capela mortuária da Acesf. Nossa cidade merece um espaço mais confortável num momento de óbito de algum familiar ou amigo. Numa hora tão difícil de dor, a dignidade humana deve ser preservada. O local em frente ao cemitério São Pedro encontra-se em péssimo estado de conservação, ventiladores quebrados, bancos mal cuidados e sujos, nos dias chuvosos a situação se complica ainda mais, enfim, um local desolador. Solicito como cidadã de Londrina mais atenção nesse momento de tanta infelicidade, pois as famílias enlutadas merecem respeito e consideração visto que as despesas com os funerais vão além do dinheiro, doem também na alma.

ROSANE APARECIDA BELIEIRO MALVEZZI (professora) - Londrina

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