Patriotismo

O Brasil é um país belo e rico, uma nação de povo alegre, trabalhador, solidário, mas destroçado por políticos e servidores corruptos. A pobreza do povo é o passaporte para os espertos que estão no poder. Para que o Brasil se torne um país real e exerça uma democracia plena temos que combater a corrupção, escolher o político sério, acabar com o círculo vicioso na política daqueles que pensam no benefício próprio ignorando as obrigações e deveres com a nação. Os desmandos e assaltos aos cofres públicos já passaram dos limites. Já passou da hora de nos unirmos contra esses traidores e provarmos que o patriotismo e o amor ao Brasil não morreram.

MALVER GERMANO DE PAULA (advogado) - Londrina


Venda do VGD

A venda do Estádio Vitorino Gonçalves Dias é uma grande jogada. Ele já cumpriu o seu papel e não está em condições de ser utilizado sem uma onerosa reforma. Deixemos de lado o saudosismo e vamos pensar mais logicamente. Nos grandes centros mundiais os velhos e obsoletos estádios dão lugar a modernas arenas esportivas. Com a venda dessa área supervalorizada é possível melhorar o Estádio do Café e investir na construção de uma vila olímpica ou centros esportivos de bairros. Acreditando na nova gestão municipal, podemos ter a esperança que o produto da venda desse bem público não tenha o mesmo destino do dinheiro arrecadado com a venda dos 45% das ações do Sercomtel.

LUDINEI PICELLI (administrador de empresas) - Londrina


Discurso x prática

''Você não pode negar comida porque não gosta do dono do porco'', mais uma pérola de Lula. O presidente precisa fazer seu discurso virar prática. Todo o dinheiro gasto em propaganda se fosse utilizado em melhorias para Estados e municípios não teríamos tanto deficit de moradia, de postos de saúde, de hospitais e leitos. Se tivéssemos eleitores bem informados, eles saberiam que o dinheiro vindo do governo federal antes de tudo vem do suor dos trabalhadores.

IZABEL AVALLONE (professora) - São Paulo


Reeleição

Não concordo com as pessoas que são contra a reeleição de vereadores. No Poder Executivo, sim, pois este tem o poder da máquina. Devemos continuar acompanhando e votando em quem tem capacidade e apresenta projetos e propostas que venham ao encontro da população. A incapacidade dos eleitores em acompanhar os trabalhos do legislador em quem se vota é que se cria esta ideia. Trocar quem não faz nada só para mudar e votar em quem faz menos ainda não resolve o problema.

JOÃO GABRIEL LOPES (escriturário) - Marialva

A grande obra

Há duas fórmulas de governo para manter o povo distante das grandes decisões do País. A primeira é exercida pelo ''direito da força'' com o emprego das armas nos governos ditatoriais; a segunda é praticada pelo poder do dinheiro, oriundo do erário nos governos corruptos. A primeira sufoca a liberdade, usurpando das pessoas o basilar direito à cidadania, submetendo-as à opressão; a segunda corrompe, destrói o caráter e a autoestima. A primeira o brasileiro já experimentou e, embora com os percalços ''naturais'', deixou algum resquício de ''saudade''; a segunda estamos experimentando e imensas tem sido suas ''obras'': o governo criou milhões de desocupados que não laboram, vivem sem esperança em troca de cesta básica e outras migalhas. A expensas do erário ''comprou'' os judas que lhe dão sustentação no Congresso Nacional. Eis, a ''grande obra'' do atual governo.

RUBENS VASCONCELOS CALIXTO (serventuário da Justiça) - Fênix


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