Devo não nego...

As companhias de energia elétrica estão em um difícil dilema: como pagar o imposto cobrado indevidamente? Alegam que isso causaria um grande rombo financeiro nas suas contas. Quando foi definida a cobrança, ninguém se importou com a defasagem no bolso do contribuinte: cobraram com a lei debaixo do braço. Agora vão dar desculpas até conseguirem cansar parte dos consumidores. É o famoso ''devo, não nego, pago quando''... não tiver mais desculpas.

PAULO SÉRGIO CARNICELLI (estudante) - Ivaiporã


Quantos?

Quantos políticos você conhece que não são corruptos, que não administram em causa própria, que não participam do famoso tomá-lá-dá-cá? Quantos políticos honestos você conhece? Com certeza, a resposta de cada um de nós será muito demorada, pois políticos dentro desse perfil devem existir uma meia dúzia.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Mulher e o futebol

Parabéns à FOLHA pela entrevista com Marina Miyazaki Araújo na matéria ''Craque sem chuteiras'' (Folha Esporte, pág. 1, 09/12). Com a entrevista pude conhecer mais um pouco dessa moça corajosa.

LINACIR MACUCO ARAÚJO (doceira) - Santos (SP)


Falta de organização

Fui correr no Zerão no último sábado e ao descer as escadas do Anfiteatro, me deparei com a apresentação da Big Band de Londrina, sempre com uma apresentação impecável e música de alta qualidade. O que chamou a atenção foi a falta de organização da Secretaria de Cultura, pois acredito que nem divulgou o evento. Não havia 30 pessoas e o espaço estava muito sujo, com pedras, garrafas, copos de plásticos, etc. A falta do público foi uma falha na divulgação, pois verifiquei na mídia eletrônica e não vi nenhuma informação sobre o evento. Isso é uma falta de respeito com o londrinense que é carente de apresentações culturais em lugares públicos e uma desconsideração aos músicos.

PAULO AUGUSTO DA FONSECA (assistente social) - Londrina


Aumento?

Sobre a matéria ''Aposentados têm aumento real de 2,5%'' (Folha Economia, pág. 1, 10/12), o aumento dos aposentados de 8,7%, inicialmente, parece bom. Porém, quando comparado ao aumento do Bolsa Família que foi de mais de 14%, nota-se, a contumácia do Governo Lula que insiste em tratar de forma desigual, punindo quem trabalha ou trabalhou com aumentos inferiores e uma carga tributária absurda.

ADALBERTO BRANDALIZE (professor) - Londrina


Folha Rural

Fruto de uma inédita parceria entre a Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina (AEA) e a FOLHA DE LONDRINA, no dia 10 de dezembro de 1969, quando a cidade completava 35 anos, surgia a primeira edição da Folha Rural, o segundo suplemento agrícola de um jornal do país. A intenção era difundir o conhecimento e as experiências individuais dos profissionais que atuavam na região. Nesses 40 anos a agricultura do Paraná experimentou formidável transformação, passando da monocultura cafeeira extensiva para um padrão de agricultura diversificada, moderna e dinâmica. A Folha Rural acompanhou toda essa transformação, não apenas registrando os fatos, mas debatendo as ideias-força desse desenvolvimento, sendo assim parte ativa do processo. Assim como também os engenheiros agrônomos da AEA e de todo o Paraná. A parceria pioneira continua ativa.

FLORINDO DALBERTO (presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina)

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