Queda de Requião
Quanto à matéria ''Palanque cai: Requião e mais 24 ficam feridos'' (Política, pág. 5, 06/11, será que quando a Casa Militar efetuou a vistoria do palanque em Paiçandu se ateve apenas ao peso corporal dos integrantes do palanque e não atentou em dimensionar o ''peso dos pecados'' dos mesmos?

ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz


Alegria momentânea
Fiquei muito feliz ao receber a informação que o governador Requião havia caído. Porém, essa felicidade durou pouco, pois ele não havia caído do cargo, e sim do palco que não aguentou o peso de tantos políticos e puxa-sacos.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Tragédia em Paiçandu
A lamentável sinistro em Paiçandu se explica por dois motivos: pela cólera dos deuses ou pela falta de segurança pública e privada no palanque não poupando sequer o governador do Estado que só machucou um pezinho. Coitada daquela que ficou ferida se precisou de atendimento de emergência pelo SUS.

JOSÉ APARECIDO FIORI (jornalista) - Curitiba


Cólera dos deuses
O governador Roberto Requião tanto fez que cutucou a onça com vara curta. Seus impropérios e desrespeito ao ser humano provocaram a cólera dos deuses que o castigaram. Caiu do palanque e machucou o pé. Donde se conclui que não é praga de mãe que pega, as passeatas gays e o ciúme desses atos provocam tragédia aos invejosos.

SUAMÍ DE SOUSA (professora) - Arapongas


Pare, olhe e escute
Já testemunhei em Cambé centenas de pessoas atravessando pelo meio dos vagões e arrastando consigo de bicicletas a bebês no colo, num misto de negligência, rimado com imprudência. Trens não saem por aí caçando vítimas linhas afora. Rodam em uma calha específica, normalmente, sem saírem dos trilhos. E em velocidades baixíssimas, perto dos 10km/h. Infelizmente, as gerações mais novas mal leram o antigo mantra onipresente do ''Pare, olhe e escute'' impresso em qualquer tabuleta enferrujada em uma cancela de nível operacional. E ainda querem ressuscitar dos escombros o transporte regular de trens de passageiros!



Sistema de governar
A política funciona como uma sanfona. Quando o sanfoneiro (o governo) resolve mudar a música sem avisar a plateia dá aquela confusão. Aí, um tropeça no outro e até pegar o novo ritmo, o sanfoneiro muda novamente a música e o povo já não sabe mais o que dançar. Por isso, estamos dançando literalmente. Só espero que os próximos sanfoneiros contratados pelo povo saibam respeitar a música combinada nas campanhas senão a sanfona vai rasgar o fole tornando o som horrível de se ouvir e de dançar. Entenderam ou precisa desenhar?

SEBASTIÃO CALMEZINI (empresário) - Londrina


Pobres eleitores
Impressionante como se repetem os casos de políticos coitadinhos que aprontam e quando suas falcatruas são descobertas ''caem em depressão''! Para aprontar ninguém precisa tomar antidepressivo e tão pouco passa mal ou fica doentinho! Acredito que uma boa dose de bom caratismo é o suficiente e que laudos médicos muito bem investigados sirvam como prova. Essa novela já assisti. Com o agravamento da corrupção na política e ver que só um ou outro é punido, quem vai precisar de antidepressivos somos nós, eleitores!

MARIA REGINA MINTO REYES (assistente financeiro) - Londrina


Correção

- A foto que ilustra a matéria ''Inclusão por meio da cultura'' (Folha Cidades, pág. 1, 06/11) é da Companhia de Balé da Fundação Cultural de Ibiporã.

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