CARTAS
Falta de consideração
Lamentável a postura adotada pela Universidade Estadual de Londrina no que se refere à data da segunda fase de seu vestibular coincidir com a prova do Enem. A instituição parece ter esquecido de que é um órgão público e, portanto, o mínimo que deve fazer é prestar serviços à comunidade, e não criar ainda mais obstáculos no acesso ao ensino superior público e gratuito.
LUCAS MARCONDES ARAÚJO (estudante) - Tamarana
Enem e a UEL
Já estava programado meu filho prestar o vestibular da UEL e fazer o Enem para conseguir ser selecionado na Universidade Tecnológica Federal. Se ele passar para a segunda fase da UEL, a data irá coincidir com as provas do Enem. Os estudantes, especialmente de Londrina, serão prejudicados por esta coincidência! E aqueles que se inscreveram em outros vestibulares que precisam da nota do Enem e também se inscreveram na UEL? A quem caberá a sensatez em alterar as datas?
ROSANGELA MARIA CEBULSKI (servidora pública) - Londrina
Ladrão que rouba ladrão...
Num país pertinho daqui, tinha um presidente chamado Zelaya que governaria por 5 anos, mas seu mandato estava por acabar. Ele gostava tanto de governar que se empolgou e quis ficar lá para sempre. Estava prestes a roubar a legitimidade da Constituição e da democracia locais, quando surgiu um outro interessado chamado Micheleti, e roubou dele o governo. O seu vizinho Hugo Chávez, que também tinha dado um jeitinho para se perpetuar no governo, o apoiou tentando passar a impressão ao povo que era legal ter governo eterno. O nosso governo também apoia Zelaya, aquele que queria dar um jeitinho na democracia e se perpetuar. Já que dizem que ladrão que rouba ladrão tem 100 anos de perdão, quem está com a razão?
OSVALDO SANTOS JR. (arquiteto) - Londrina
MST e desordem
Sobre a matéria ''Em 5 anos, governo repassou R$ 115 mi a 'entidades do campo''' (Política, pág. , 08/10), o governo dá R$ 115 milhões ao MST para promover a desordem e o desrespeito à propriedade privada e pública, enquanto nós que trabalhamos de verdade continuamos morrendo nas filas do SUS, tendo as aposentadorias proteladas com as desculpas esdrúxulas e a valores medíocres.
ADALBERTO BRANDALIZE (professor) - Londrina
Viaduto da PR-445
Não entendo de engenharia, mas acompanho a lenta e demorada obra da construção do viaduto da PR-445 desde o seu início. Observei que construíram a base do meio um pouco mais baixa do que deveria ser. Colocaram as vigas pré-fabricadas, perceberam o erro cometido (imagino) e suspenderam as vigas, colocando entre elas e a base uma aparentemente frágil estrutura. Será que o Crea tem conhecimento deste fato? Alguém se habilita a passar por baixo do viaduto quando uma carreta de 40 toneladas estiver passando por cima, no mesmo momento?
SIDNEI GOMES (estudante de Administração) - Londrina
Fiscal do PAC
Em relação à afirmação da ministra Dilma Rousseff na matéria ''Tom eleitoral marca liberação de verbas em Londrina'' (Política, pág. 5, 06/10) sobre o salário de um engenheiro fiscal de obras do PAC, gostaria de parabenizá-la, por pagar mais de R$ 12 mil (!). Como desconheço qualquer órgão governamental que pague tal quantia a colegas de profissão que desempenham tal função, aproveito para solicitar aos que leem esta notável coluna que informe onde isso ocorre. Conheço vários candidatos em potencial e com competência para o cargo, se houver vagas.
ANTONIO LUIZ SOKOLOSKI (engenheiro eletricista) - Londrina





