CARTAS
Quem paga?
Com relação à matéria ''Cidade Limpa em Curitiba envolveu setores da sociedade'' (Política, pág. 4, 02/10), com tantos poblemas de urgência na segurança, na saúde, os buracos nas ruas e o lixo espalhado por todo lado, a Prefeitura de Londrina se preocupa com problemas visuais das placas e outdoors? Quem paga a vinda desses consultores para a cidade? Primeiro veio uma de São Paulo, agora outro de Curitiba. Já que querem copiar, por que não criaram o ônibus a R$ 1 como em Curitiba ao invés de subirem a passagem de ônibus? Nossa maior poluição é a violência e a corrupção generalizada no meio político que têm sido levadas à mídia nacional.
JÚLIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina
Desorganização em concursos
A propósito dos problemas ocorridos no concurso da Copel, é fundamental que as empresas e órgãos públicos zelem pela qualidade do serviço a ser prestado em detrimento de um valor menor por parte da instituição organizadora de concursos. Vários problemas já tinham sido constatados no concurso do Tribunal de Justiça ocorrido no último dia 20 de setembro. Candidatos com celulares ligados, ausência da sala de provas sem acompanhamento de fiscal, desinformação geral, provas faltando, candidatos que pularam o muro da Faculdade Pitágoras, etc. O detalhe é que ambas as provas foram organizados pelo centro universitário FAE, que tem pouquíssima experiência e tradição em concursos públicos.
PAULO SÉRGIO RIBEIRO VIEIRA (professor) - Londrina
Cuba e decadência
Em minha vida aprendi o quanto é importante a leitura de jornais, revistas etc. É um dos canais importantes para se ter conhecimento dos fatos e das notícias do país e do mundo, mas em Cuba do ditador Fidel Castro o jornal só serve de papel de higiênico! A maior fila por lá não é a do supermercado e sim da banca de jornal: antes do amanhecer milhares de pessoas aguardam em fila para comprar o jornal estatal, um semanário com muitas folhas e com impressão boa que não mancha e não solta a tinta. Por isso é muito procurado pelas famílias de Cuba que não encontram papel de higiênico para comprar.
MILTON FERNANDO NIGRO SIMÕES (comerciante) - Londrina
Respeito mútuo
Com referência à campanha de trânsito ''Pé na faixa - atitude depende do primeiro passo'', sou favorável ao respeito recíproco de pedrestes e motoristas em relação à faixa de segurança. O que temos notado em Londrina é o desrespeito mútuo de ambos. Havendo consenso entre as partes todos ganharão. Essa campanha conseguiria melhor sucesso se fosse lançada nas escolas, pois as crianças seriam muito importantes na sua disseminação e na educação de pedestres e motoristas.
ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina
Poluição e descaso
O córrego que passa atrás do Centro de Educação Infantil onde trabalho, nas proximidades da av. Santa Mônica, se encontra em situação de risco. No ano passado realizamos um trabalho de limpeza e conservação do espaço com os funcionários e crianças do CEI para melhorar a imagem do local e conscientizar nossas crianças acerca das questões do meio ambiente. Hoje esse tipo de trabalho não é possível pois o local virou ponto de consumo de drogas, esconderijo de marginais e casa de toda sorte de animais que ''visitam'' o CEI. Tanto os moradores quanto os funcionários e crianças se sentem intimidados. Vale o prefeito homenagear alguns e se esquecer dos outros lugares da cidade e das pessoas anônimas que fazem sua parte?
MARIA IZABEL PATROCÍNIO DE OLIVEIRA (pedagoga) - Londrina
■ As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: opiniao@folhadelondrina.com.br





