Observatório da cidadania

A criação do Observatório de Gestão Pública em Londrina é um passo importante dado pela comunidade com o objetivo de combater a corrupção e melhorar a gestão dos recursos da administração pública. Confere maior transparência no uso dos recursos públicos, que passam a ser fiscalizados pela sociedade civil organizada. Medidas como esta contribuem para o surgimento de parcerias público-privadas que consolidam a participação da comunidade como um todo, dividindo responsabilidades. Alegra-me ver a cidade preocupada e participativa de seu futuro, o que nos dá esperanças de ver em breve uma cidade, um Estado e um país melhor e mais justo.

RAUL FULGENCIO (imobiliarista) - Londrina


Vergonha em Honduras

Mais uma vez o Brasil é mostrado ao mundo com as trapalhadas diplomáticas. Não bastasse a devastação da Amazônia em favor dos madeireiros e dos pecuaristas, agora é o caso Manuel Zelaya que esteve em Brasília com o presidente Lula acertando a sua volta a Tegucigalpa. O fanfarrão Zelaya deveria pedir asilo na embaixada da Venezuela, errou a rua e nós pagamos a conta desse golpista que quer se perpetuar no poder.

JOSÉ PEDRO NAISSER (ambientalista) - Curitiba


Não houve golpe

Assisti a uma entrevista do conceituado jurista Ives Gandra Martins na qual ele disse acreditar que o presidente Lula não tenha lido a Constituição de Honduras antes de decidir apoiar Manuel Zelaya, presidente deposto daquele país. Seria demais exigir que alguém que não é dado à leitura conheça a Constituição de outro país. Porém, que o ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, também não conheça e permita que usem a nossa embaixada como palanque político é inconcebível. O que houve em Honduras foi apenas respeito à Constituição. O que não acontece em nosso País com alguns políticos.

JOSÉ ARDENGUI (empresário) - Cianorte


Falta de respeito

Quanto à matéria ''Parecer do CNE revolta pais de especiais'' (Paraná/Geral, pág. 7, 29/09), qualquer pessoa com um pouco de inteligência percebe que isto é inviável e será uma falta de respeito com as crianças especiais, pois encontrarão uma escola que não tem condição física e nem humana para recebê-las. O pior é que elas perderão muito em aprendizagem, pois se os professores não estão conseguindo ensinar corretamente nem as crianças sem ''dificuldade'', dá para imaginar o que será feito para as crianças especiais.

OSMARIO CANDIDO PEREIRA (professor) - Porecatu


Pensão alimentícia

Excelente e realista o editorial ''Proteger a criança mas sem sacrificar o idoso'' (Opinião, 28/09), é errado o avô ser preso pelo filho não pagar a pensão alimentícia do neto. O avô muitas vezes é um mero espectador dos erros do filho. O avô já cumpriu sua tarefa: criou, cuidou do filho que, por sua vez, iniciou uma nova família e a responsabilidade é toda dele. Outro ponto: se o pai não pagar vai preso, mas se o recebedor usar mal o dinheiro não vai preso. Dois pesos e duas medidas.

MÁRIO FUZETO (técnico contabilidade) - Itambaracá


Violência contra mulheres

Concordo com o artigo ''Combate à violência contra a mulher'', do arcebispo de Londrina, dom Orlando Brandes (Espaço Aberto, 19/09). Essa violência ocorre em todas as classes sociais. Quando a vítima agredida faz a queixa, os delegados deveriam lavrar o flagrante e executar a prisão do agressor. O governo e a Justiça deveriam dar proteção e abrigo às vítimas rapidamente, evitando o risco de vida que correm.

FLORINDO DA SILVA LIMA (gerente administrativo) - Londrina

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