CARTAS
Inclusão de alunos especiais
Sobre a matéria ''Parecer do CNE revolta pais de especiais'' (Paraná/Geral, pág. 7, 29/09), o crime de querer incluir alunos especiais em escolas convencionais acaba de vez com as chances deles exercerem um dia a sua cidadania. Não sou contra o seu ingresso em uma sala de aula comum, mas deve ser respeitado o tempo de adaptação de sua condição física e mental. Não se pode pedir aos alunos ''normais'' que andem devagar e nem aos ''especiais'' que acelerem seu passo. Para muitas crianças, é uma vitória aprender a escrever o seu nome. Para outras, a vitória está em conseguir segurar o lápis. Frequentar uma escola preparada para atender as necessidades básicas de ensino de cada pessoa é direito de todo cidadão.
MARILZA RIBEIRO LONGHI (bancária) - Ibiporã
Revolta
Que os nossos políticos estão transbordando de desonestidade, falta de ética e de caráter está mais que notório. Agora, querer incluir alunos especiais no ensino regular é, no mínimo, mais um ato criminoso para com o próprio deficiente. Espera-se que o Ministério Público e demais órgãos de competência dissipem essa barbárie prestes a ser imposta à sociedade.
LUIZ ALBERICO PIOTTO (servidor público) - Cambé
Coragem exemplar
Congratulo-me com o doutor Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, pelo artigo contundente e corajoso ''Medicina: nossas escolas estão doentes'' (Espaço Aberto, 28/09). Salientou com determinação e coragem os males intrínsecos que assolam a classe médica e que nós, simples mortais, não temos condição de aquilatar. Mostrou-nos claramente que no meio médico, diferentemente da classe política, não há corporativismo. Parabéns doutor, e que sua coragem nos sirva de exemplo para que possamos debelar as mazelas que os políticos nos querem assacar.
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (estudante de Teologia) - Londrina
Pensão alimentícia
Sobre o Editorial ''Proteger a criança mas sem sacrificar idoso'' (Opinião, 28/09), muito se fala sobre prisão por falta de pagamento da pensão alimentícia, em sua maioria paga pelo pai. Pensão quase sempre destinada aos filhos, confundida tantas vezes como ''o dinheiro enviado à mãe''. Tal transtorno acaba afastando o pai, transformando o filho em órfão de pai vivo e a mãe em mãe solteira. Deve a criança ser penalizada com a falta da pensão alimentícia em caso de desemprego? Conheço muitas mães que ficam desempregadas e passam a fazer salgados, pães, toalhas, cestas de café da manhã e vendas por catálogos já no dia seguinte.
KAREN AOKI ROMERO (professora) - Londrina
Homenagem ao Hugo Simas
Em relação à reclamação da leitora Maria Aparecida Ehlke Madureira (Cartas, 29/09) sobre ''esquecimento'' do nome da ex-diretora do Colégio Hugo Simas Mercedes Camargo Martins Madureira, vale dizer que foram enviados convites para todos os professores da instituição, conforme listagem cedida pela escola. É possível que alguns endereços não estivessem atualizados. Quanto à citação nominal do nome da referida diretora, a UEL optou por uma homenagem ao conjunto de mestres sem desmerecer ou deixar de reconhecer o trabalho individual de cada um. Entendemos que conceder o título de Entidade Benemérita ao colégio significou valorizar a história da cidade, o trabalho abnegado dos muitos professores da escola e mais ainda valorizar a educação como ferramenta para o desenvolvimento.
COORDENADORIA DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE LONDRINA





