Faltam câmeras e boa vontade

Domingo tive o desprazer de ser assaltado próximo ao Terminal Urbano de Londrina em plena luz do dia. É impressionante o descaso dos órgãos competentes para com aquela região já conhecida por ser pouco segura. Seria um bom começo se câmeras fossem instaladas em áreas movimentadas da cidade e as ditas autoridades empreendessem esforços não apenas contra garnisés e vendedores ambulantes, mas batalhassem pela diminuição dos índices de violência.

LUCAS MARCONDES ARAÚJO (estudante) - Tamarana


Pé no freio

Sobre a matéria ''Radar móvel será usado em vias urbanas'' (Folha Cidades, pág. 3, 16/09), nos últimos dez anos Londrina acumulou inúmeros problemas, porém com a nova administração a cidade começa vislumbrar uma luz no fim do túnel. O trânsito, por exemplo, tornou-se crônico sem qualquer fiscalização: motoristas e motociclistas imprimem a velocidade que desejam, colocando suas vidas em risco bem como às dos outros. É muito bem-vindo o uso de radar. Só com uma fiscalização mais severa nosso trânsito se tornará mais civilizado e a cidade resgatará um pouco da sua qualidade de vida.

GUILHERME RIBEIRO SOARES FILHO (servidor público) - Londrina


Ato de humanidade

No dia 11/09, por volta das 15h30, o sr. Rodrigo Campos, motorista da Grande Londrina, saiu do Terminal dirigindo o ônibus da linha 903, contente pois era dia de seu aniversário. No ônibus havia uma senhora cadeirante que desceria na rua Minas Gerais. No momento de descer a plataforma, a cadeira ficou enroscada. Para evitar um acidente, o cobrador Geremias Rocha segurou a parte de cima da cadeira para que a senhora não caísse do ônibus. O motorista, então, agarrou a parte de baixo da cadeira sustentando todo peso da cadeira e da senhora e, mesmo tendo o pé prensado pela plataforma e sentindo dor, em nenhum momento soltou a cadeirante. Isso é um ato de humanidade de quem se preocupa com o próximo.

NILTON SILVA (eletricista) - Londrina


'Memórias de um desastre'

Sobre a matéria ''Memórias de um desastre que estremeceu Londrina'' (Paraná/Mundo, pág. 6, 14/09), meu pai - Marioci Ramos - contou que também foi testemunha ocular e participante ativo na tentativa de resgate às vítimas desse desastre aéreo. Na época, ele fazia parte do Corpo de Bombeiros. Logo que o DC3 não conseguiu pousar, eles se deslocaram para o aeroporto e acompanharam visualmente a aeronave até ver a bola fogo subir ao céu com a queda. Recolheram rapidamente todo o material e correram com o caminhão para o Horto Florestal perdendo pelo caminho equipamentos.

MARCELO RAMOS (técnico em eletrônica) - Londrina


Que vergonha!

O presidente do Londrina não teve competência e credibilidade para administrar o clube. No Paranaense, vergonhosamente o time caiu para a 2 divisão e no Brasileiro não conseguiu passar da Série ''D'' para a ''C''. Além disso, deixou uma péssima imagem da cidade ao não efetuar o pagamento de hotel no Rio Grande do Sul, não recolheu os 15% à Justiça do Trabalho referente a ações trabalhistas; sem autorização da FPF imprimiu 1.500 ingressos para fazer dinheiro no jogo contra a Chapecoense; não honrou os compromissos de pagamento dos salários dos empregados, jogadores e técnico do Londrina; acabou com as categorias de base, entre outros atos. Administra o clube como se fosse sua propriedade, vendendo jogadores sem dar satisfação a ninguém, além de dizer inverdades, como foi no caso do jogador Jayme.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina

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