Mais que desgaste
O PT critica o senador Flávio Arns por estar se aproveitando de um momento como desculpa para sair do partido. Acredito que o senador se deu conta de onde estava. Sabe-se do envolvimento do partido com grupos de valores morais duvidosos e projetos que nos deixam perplexos a cada dia, como o de alteração do quesito para se definir uma área como produtiva. Querem agora dobrar o valor de referência dando ao agricultor mais um duro fardo a ser carregado, sem falar na nova CPMF que estão cogitando trazer à tona. Absurdos constantes, corrupção a olhos vistos, escândalos, apoios políticos estranhos, nos deixam com cara de palhaços. O PT, assim como a política, se tornou vergonha para todo brasileiro, não só para o senador.

CASSIA SIMONE BIANCHINI KAMAURA TERRA (estudante) - Ibiporã


Partido 'Denorex'
Diante de mais uma mudança de opinião e atitude do líder do PT no Senado Aloizio Mercadante, pode-se concluir que ele não lidera coisa nenhuma e que o PT é um pseudopartido, ambos a serviço exclusivamente das vontades e interesses de Lula. É somente uma sigla criada para Lula chegar ao poder. O PT tem um passado de mentiras, um presente ridículo e vergonhoso e um futuro mais vergonhoso ainda, se é que seja possível.

LUIZ SILVIO BAPTISTA (comerciante) - Cornélio Procópio


Em ônibus não se pega vírus?
Sobre a matéria ''Justiça limita número de clientes dentro de bancos'' (Geral, pág. 7, 19/08), cheguei a ficar na chuva na fila da Caixa Econômica (agência da avenida Tiradentes) devido a essa limitação. Se nos bancos só podem entrar de dez em dez, e o que dizer das milhares de pessoas que usam o transporte coletivo de Londrina? Por acaso o ônibus é inume ao vírus da gripe A?

JULIO RODRIGUES DE MELLO (vigilante) - Londrina


Terapia ocupacional
Na reportagem ''Muito além da gramática'' (Folha Gente, pág. 1, 23/08), o professor Carlos Fortes emprega errado o termo ''terapia ocupacional''. Gostaria de repassar ao professor e à comunidade leitora deste jornal que terapia ocupacional é uma profissão de Ciências da Saúde cuja prática tem como objetivo tratar de pessoas que deixaram ou não tiveram a possibilidade de aprender devido a uma doença e/ou deficiência e que necessitam aprender ou reaprender atividades da vida diária e da vida prática (daí o termo ocupacional). No meio acadêmico nesta cidade, infelizmente ainda não somos contemplados com a oferta desta graduação, mas sabemos que existe um movimento do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional e do Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional para que a UEL possa também oferecer esta graduação.

MARIA MADALENA MORAES SANT'ANNA (terapeuta ocupacional) - Londrina


Código de Ética
Com relação à opinião do leitor Tadeu Stulzer (Cartas, 22/08), esclareço que o Código de Ética da Câmara de Vereadores de Londrina foi aprovado em 2003, constituindo-se numa resolução que deve ser cumprida. As mudanças agora propostas foram discutidas pela atual Comissão de Ética, assessorias legislativa e jurídica visando dar celeridade e transparência ao processo cujas regras estão vigentes há quase seis anos. Sempre defendi que ética vem de berço e refere-se aos valores disseminados pela família e, por esta razão, também acredito ser dispensável legislação específica. Quanto ao julgamento do leitor sobre a atual Legislatura, defendo uma análise individual da atuação de cada parlamentar nesta Casa.

SANDRA GRAÇA (vereadora) - Londrina

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