Poluição sonora

A poluição sonora em Londrina tem aumentado de forma significativa. Os veículos transitam pelas ruas, principalmente à noite, com equipamentos possantes emitindo som em volume estrondoso e incomodando a todos. Esses sons ensurdecedores e irracionais não fazem parte do crescimento de qualquer cidade. São causados por uma minoria exibicionista e inconsequente e não é exemplo de comportamento urbano e ambiental a nenhum cidadão. Solicito ações urgentes e enérgicas por parte do poder público municipal ou estadual para a solução desse problema que vem se multiplicando e contribui para o aumento da violência urbana. Não deixemos esta bela cidade se transformar num território sem lei.

AIRTON NOZAWA (engenheiro civil) - Londrina

Morte de cães e gatos

É óbvio que foi uma estupidez um sujeito matar o outro que matou o seu cão. Um erro não justifica o outro. Mas matar um animal como um cão ou um gato para atingir o seu dono é uma covardia. Em Jataizinho, na quadra na qual resido, alguém anda envenenando gatos. Trata-se de um psicopata, um serial killer de animais. Eu mesmo tive 12 bichanos mortos. Um dia ele irá prestar contas de tudo isso. Aí, então, certamente irá se arrepender de toda a maldade que cometeu contra animais indefesos.

SERGIO GIAVARINA (professor) - Jatazinho

Vício do fumo

Será justo que sejamos obrigados a sofrer as consequências dos vícios alheios? Há 30 anos, em São Paulo, já se combatia os males do fumo. O dr. Ajax foi um dos primeiros e eu cooperava com observações sobre os males da fumaça nos locais fechados, nos ônibus durante as insuportáveis viagens a Londrina, nas quais fumavam cigarros de palha, entre outros tipos, causando mal-estar e enjoo. O fumo deveria ser terminantemente proibido. Quem quiser continuar com o vício que o faça em sua casa, não prejudicando os outros. Fumo e bebida são, fontes de dinheiro de um lado e, do outro, de doenças e extermínio de vidas.
IRENE CRUZ CORRÊA (dona de casa) - Londrina


Foz e a gripe A

Foz do Iguaçu foi muito criticada quando quebrou o protocolo do Ministério de Saúde sobre a gripe A. O protocolo diz que o medicamento Tamiflu só deveria ser receitado para os casos graves. Foz, porém, um município de fronteira, com cerca de 320 mil habitantes precisava sim tomar uma decisão mais radical. O secretário Municipal de Saúde, Luiz Fernando Zarpelon, explicou que o remédio está sendo cedido para todos os casos com síndromes de Influenza, uma estratégia para se evitar internamentos em excessos. E não é que a estratégia deu certo? A procura por atendimento nos postos de saúde diminuiu, as pessoas estão entendendo mais o que realmente é a nova gripe.

DARYANNE CINTRA (estudante de Jornalismo) - Foz do Iguaçu


Respeito ao pedestre

Com relação à opinião do jornalista Osvaldo Cardoso Ribeiro (Cartas, 19/08), a Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) informa que está em fase de planejamento um projeto focado no respeito à faixa de pedestre. Sob a coordenação do Ministério Público, vários segmentos da sociedade estão se reunindo para realização desta campanha. A primeira fase, que prevê adequações na sinalização viária, já está em andamento. As atividades educativas estão previstas para ter início em setembro. E, em seguida, vamos intensificar a fiscalização. O sucesso da campanha vai depender do comprometimento dos diversos atores do trânsito: motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres.

SÉRGIO DALBEM (diretor de Trânsito da CMTU) - Londrina


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