Ética e a Câmara

Com relação à matéria ''Comissão quer mudar Código de Ética no Legislativo'' (Política, pág. 4, 21/08), não se pode mudar o que não existe! Não há, nem nunca houve ética no Legislativo londrinense. Geralmente os eleitos decepcionam os eleitores depois de algum tempo. Muitos dos que aí estão mostraram suas verdadeiras intenções antes mesmo de tomar posse. Não bastasse os ''batatas-podres'' da legislatura passada, esses ditos novos na política esqueceram o prometido. Assim, não há o que mudar o que nunca houve, seja lá qual for o nome que se dê a uma postura correta, honesta e transparente para com os eleitores. Não há necessidade de um conjunto de regras ou leis ao homem e ao cidadão. Isso é inato. Ou se o tem desde o berço, ou jamais será adquirido.

TADEU STULZER (advogado) - Londrina


Mutirão pelo futebol

Futebol é paixão, mas como em qualquer relacionamento não sobrevive sem contrapartidas. O torcedor londrinense vive em estado letárgico esperando resultados, combustível desse esporte. E quando aparecem, a resposta é imediata: torcida, mídia e expectativa. É lamentável que a nossa cidade, de meio milhão de habitantes, tenha um time na 4 divisão do Brasil com sucessivos problemas de gestão. Precisamos de um mutirão pelo futebol e muito facilmente 10, 15 mil pessoas irão assistir ao Alviceleste brilhar no Estádio do Café. Boa sorte, LEC!

MARCELO GUERCHMANN FREITAS (gerente administrativo) - Londrina


Gripe A

Não entendo por que prorrogar a suspensão das aulas municipais em Londrina até o dia 31, se os alunos da rede estadual que soma um número muito maior de estudantes já voltaram às aulas e não houve nenhum caso de gripe A. Com certeza, as aulas não serão repostas na sua totalidade. Quem perde com isso como sempre é o povo que não tem com quem deixar seus filhos para poder trabalhar. Parabéns à Prefeitura de Londrina que está se escondendo atrás de um vírus.

RONALDO COUTINHO FERREIRA (assistente técnico) - Londrina


Os sem-diploma

Sobre a reportagem ''Curso irregular movimentou R$ 140 milhoes no PR'' (Geral, pág. 5, 17/08), quem deveria proteger os alunos não o faz! Como o Conselho Estadual de Educação autoriza um curso nessa modalidade se estava irregular? Só fiz o curso porque tinha a aprovação do Conselho. Gostaria que fossem ouvidos mais alunos porque estamos no prejuízo. Também não recebi meu diploma ainda. De quem é a culpa?

ROSINEI MARIA HUNGARO MICHELETTI (professora) - Iporã


Caso Vizivali

Parabéns à FOLHA pela brilhante matéria ''Curso irregular movimentou R$ 140 milhoes no PR'' (Geral, pág. 5, 17/08). Foi a fundo e deixou comprovadas as irregularidades e enganações praticadas pela Vizivali e pelo Iesde. É lamentável que as autoridades responsáveis pela educação não tenham dado atenção a essas irregularidades que vinham sendo denunciadas desde 2004. Inadimissível o que fez a Assembleia Legislativa do Paraná ao derrubar o veto do governador determinando que os ''diplomas'' do pessoal formado seja registrado. É uma vergonha!

ARGEMIRO ALUISIO KARLING (professor) - Maringá


Correção

- Ao contrário do informado na matéria ''Justiça limita número de clientes dentro de bancos'' (Geral, pág. 7, 19/08), a decisão de limitar em 10 o número de clientes dentro das agências bancárias de Londrina é do juiz da 6 Vara do Trabalho.

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