CARTAS
Buracos nas ruas
Quando leio a letra do Hino de Londrina - ''Londrina cidade que sobe, que cresce, que brota e floresce, que em frutos se expande...'' - fico muito triste ao constatar que as únicas coisas que estão crescendo em minha cidade é a violência e a quantidade de buracos nas ruas. Buracos que quebram os carros, causam transtornos e nos deixam perplexos frente ao descaso com esta bela cidade. Quando pago meus impostos em dia, espero que eles sejam utilizados para resolver os problemas de uso comum. Mas me deparo caindo com meu carro em um gigantesco buraco em frente à Faculdade Pitágoras que custou uma roda torta e um amortecedor quebrado. Quem arcará com meu prejuízo? Será que posso deduzi-lo de meus próximos impostos?
SANDRA MARGARETE DA SILVA (professora) - Londrina
Quem pagará a conta?
O ''bispo-presidente-pai-de-todos'' Fernando Lugo conseguiu mais um feito inédito: fez com que Lula mudasse de atitude e aumentasse o repasse de dinheiro de Itaipu para US$ 360 milhões por ano (eram US$ 120 milhões) e ainda prometesse financiar obras no Paraguai. Antes dizia-se que o Tratado de Itaipu não mudaria por nada que seria uma traição aos brasileiros que confiam no governo. E agora? Adivinhem quem vai pagar esta conta?
JOAO ALBERTO TWARDOWSKI (médico) - Guaíra
'Crises podem ajudar a crescer'
Diz a sabedoria popular que a dor nos faz crescer. Mais uma vez, a FOLHA DE LONDRINA presta um ótimo serviço à comunidade, com a reportagem ''Crises podem ajudar a crescer'' (Folha Cidades, pág. 1, 28/07), da jornalista Mariana Guerin, que nos conta casos de superação e sucesso perante a dor da perda do mais valioso bem. A perda foi sofrida e sentida, fortalecendo laços e criando força interior. Mostra que, além dos adultos, crianças e jovens podem transpor duras realidades sem revolta e ter sucesso, sendo felizes e realizados.
KAREN AOKI ROMERO (professora) - Londrina
'Aula de Jornalismo'
Com relação à opinião do jornalista José Mário dos Santos (Cartas, 28/07), gostaria de esclarecer que não afirmei, em nenhum momento, no artigo ''Aula de Jornalismo'' (Folha 2, pág. 4, 26/07) que a ''pesquisa Google chega a ser uma imbecilidade''. Disse que ''concordando ou não com Gay Talese em tudo, não há como não admitir que ele faz parte da resistência à imbecilidade profissional''. No caso, não me referi apenas à pesquisa ligeira, mas também à perda de outros critérios do que um dia se chamou ''bom jornalismo'', como a credibilidade, a partir da devida apuração dos fatos - o que contraria o sentido de extrema velocidade que se valoriza hoje - e a excelência do texto.
CÉLIA MUSILLI (jornalista) - Londrina
Londrina no caminho certo
Em resposta ao leitor Armstrong Fernandes Costa (Cartas, 28/07), Londrina está mudando para melhor. Com um novo jeito de administrar em menos de 90 dias já foram resolvidos problemas que se arrastavam há anos na cidade. A caixa d'água na antiga Carambeí para a instalação do ILS foi derrubada; o Teatro Municipal está ganhando forma com o protocolo do projeto no Ministério da Cultura e garantia dos R$ 6,5 milhões iniciais para a obra e, um plano emergencial de pombas está sendo implementado com a instalação de aparelhos sonoros repelentes à espécie e a construção de abrigos domésticos. Neste período, mais de 13 mil toneladas de lixo e entulhos foram removidos das ruas com a campanha Cidade Limpa. São ações que mostram que a cidade está no caminho certo.
NÚCLEO DE COMUNICAÇÃO DA PREFEITURA DE LONDRINA





