Violência no trânsito

Com relação à matéria ''MP entra na luta contra violência no trânsito'' (Folha Cidades, pág. 3, 04/06), é muito pertinente e atraente a intenção de dirigir o foco ao pedestre: a grande vítima do trânsito. Entretanto, existe duas formas de fazê-lo: ''conscientizar'' o pedestre (a vítima) ou conscientizar controlando o motorista. Dependendo do foco, os resultados decepcionarão com toda certeza. Espero sinceramente que a sociedade londrinense saiba distinguir as diferenças e adotar a visão correta. Que existe um caminho certo, existe.

LUIS RIOGI MIURA (analista de trânsito) - Brasília (DF)


'Meu ambiente'

Nossa Terra está cada vez mais cheia de gente, carros, cidades. Produzimos muito lixo, sujamos o solo, o ar e a água. Florestas e animais estão desaparecendo. A Terra está aquecendo, ocorrem mais tempestades e aparecem doenças novas e antigas. A nossa Terra vive dividida em meios ambientes, norte/sul, países ricos/pobres. É muita competição, guerras e conflitos para todo lado. Será que em nossa Terra dividida não posso mostrar aos outros meu jeito de ser, meu sonho, meu brincar, meu ambiente? Será que se cada um reconhecer o seu e o ''meu ambiente'' dos outros a gente não se junta e endireita a Terra?

DANIEL STEIDLE (educador ambiental) - Rolândia


Desmatamento

Após ler o Editorial ''A necessária batalha contra os desmatadores'' (Opinião, 04/06), expresso a minha mágoa em saber que ainda existem pessoas que agem irracionalmente. Para que desmatar se existe algo chamado tecnologia? Isto é ser irracional, é não pensar no mundo e nas gerações futuras, é ser injusto consigo e com o próximo. O desmatamento só trará perdas a longo prazo, o clima vai mudar e onde se produzia não terá jeito nem de se morar. O homem tem que ser mais humano e pensar no mundo ao invés de pensar no seu bolso, pois o dinheiro não comprará um clima melhor.

LUCIANO JORGE SILVA (estudante de Economia) - Londrina


Despreparo dos jovens

Com relação à reportagem ''Jovens se preparam para primeiro emprego'' (Empregos & Concursos, pág. 5, 01/09), rotineiramente entrevisto candidatos para possíveis vagas de trabalho e tenho notado o despreparo das universidades em oferecer qualidade no ensino. Ao pedir uma redação simples sobre a vida pessoal do candidato, percebo erros graves de português tanto de ortografia quanto de concordância verbal e vícios de linguagem pelo uso errado na internet. É comum muitos universitários já no segundo ou terceiro ano que também pronunciam errado a nossa língua. Aconselho o jovem que busca o primeiro emprego ler mais, procurar literaturas que ofereçam conhecimentos e capacitações específicos dentro da área almejada, bem como levar mais a sério as matérias dadas em sala de aula.

ANTONIO APARECIDO DA SILVA (publicitário) - Londrina


Acessibilidade para todos

O governador Roberto Requião regulamentou no dia 15 de maio a Lei nº 11.911/1997 que assegura o transporte gratuito nas linhas comuns do transporte intermunicipal aos passageiros com deficiência e patologias crônicas em tratamento. A novidade diz respeito à emissão de carteira ao acompanhante, pois na maioria das vezes o portador de deficiência não tem independência para fazer deslocamentos e fica relegado à própria sorte. Não queremos nos incluir na categoria de beneficiários, mas sim lutamos para que as políticas públicas reparem os erros históricos para as pessoas que não tiveram as mesmas oportunidades de levar uma vida em igualdade.

IVANI DE SOUZA LIMA (vice-presidente da União dos Deficientes Físicos de Cambé)


■ As car­tas devem ser di­gi­ta­das, ter no má­xi­mo 10 li­nhas e vir acom­pa­nha­das da fo­to­có­pia do RG, en­de­re­ço, te­le­fo­ne e pro­fis­são/ocu­pa­ção do lei­tor. Via in­ter­net: ter no má­xi­mo 10 li­nhas, no­me com­ple­to, endereço, te­le­fo­ne, RG e pro­fis­são/ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­delondrina.com.br

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