CARTAS
Ainda o combustível
Sabemos que vender combustível em Londrina é um grande negócio e dá altos lucros. A cada vez que abastecemos somos lesados. A atual baixa de preços é só um cala-boca provisório, pela pressão geral. Existe um cartel descarado, coeso e cruel que joga com a morosidade e fragilidade da justiça. Logo, temos um grande problema. Será que a solução não aponta para a compra ou instalação de alguns postos de combustível para regular a concorrência?
CARLOS ROBERTO MIRANDA (administrador) - Londrina
Cartel dos combustíveis
Com relação ao comentário do leitor Rodrigo Otavio Camacho Barbosa (Cartas, 03/06), é muito simples: se todos fizesem como eu - abastecer em postos em Cambé - e boicotassem os postos de Londrina, podem ter certeza que o preço na nossa cidade cairia por si só.
DJALMA SANTOS GOMES (gerente comercial) - Londrina
Saúde pública x pombos
Infelizmente, tivemos outra vítima da ''doença dos pombos'' em Londrina. Está na hora de deixarem de demagogia e exterminar de forma rápida uma grande parte dos pombos. Tempos atrás tivemos problemas de febre aftosa na região e sem certeza que rebanhos estavam realmente doentes foram exterminadas várias cabeças de gado. Será que nem mesmo sabendo que os pombos causam doenças graves e que o problema está cada vez maior nossas autoridades não irão fazer nada de imediato? É necessário pensar na saúde da população em primeiro lugar depois nas aves.
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (operador de empréstimo consignado) - Londrina
Direito à inserção social
Muito tem se discutido sobre a importância da inclusão social em nossa sociedade. Contudo, questiona-se até que ponto se tem a noção de que ela realmente significa na prática. E é de fato essa prática que não vem acontecendo como em locais públicos e privados: ruas, bancos, shoppings, cinemas, supermercados, faltam rampas, banheiros adaptados, vagas especiais, etc. Nas escolas falta formação aos professores e ainda há preconceito para se lidar principalmente com os surdos que precisam de intérpretes que saibam libras. Enfim, há um total descaso com essas pessoas que precisam de uma inserção efetiva na sociedade em todos os âmbitos. É um direito!
MARIA ANGÉLICA PEDROTTI (professora) - Londrina
Paraná e o Judiciário
Sobre a matéria ''Paraná é o que menos aplica recursos no Poder Judiciário'' (Política, pág. 6, 03/06), o Paraná pode ser o que menos investe no Poder Judiciário, mas o povo paranaense é o que mais investe no Judiciário. Aqui existe o famigerado Fundo de Reequipamento do Judiciário (Funrejus) cuja alíquota é cobrada de todos os atos judiciais e extrajudiciais, tais como lavratura de escrituras, registros imobiliários, propositura de ações, etc. Falo com conhecimento de causa, pois advogo há 35 anos no Paraná.
ALFREDO LEÔNCIO DIAS NETO (advogado) - Barbosa Ferraz
Pais e filhos
Com relação à opinião ''Limites para as crianças'' (Opinião, pág. 3, 03/06), os pais deveriam ler e aplicar os ensinamentos de Içami Tiba contidos no livro ''Quem ama educa''. Não haveria como errar na educação dos filhos. Levar a criança a refletir e ''auxiliar'' na decisão do melhor comportamento é a única saída. Assim, ela será receptiva e aceitará com facilidade as condutas que não serão impostas, mas discutidas com os pais desde tenra idade.
ANA MARIA FERRO DE PAULA (pedagoga) - Ibiporã





