Punição a deputado

Quero hipotecar minha solidariedade às mães dos jovens que morreram inocentemente pela irresponsabilidade de um cidadão que deveria zelar pela vida dos outros. O deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho não corre mais risco de morte para felicidade de sua família. Pena que não possamos falar o mesmo das outras mães. Uma delas está tentando fazer com que a justiça apure os fatos e condene um cidadão que não deveria estar dirigindo por ter a carteira de habilitação suspensa. Na Assembleia já existe parlamentar dizendo que não houve quebra de decoro parlamentar já que o deputado estava fora de suas atividades. Se um deputado fora do plenário pode fazer tudo o que bem entende, então salve-se quem puder. Convoco todos os cidadãos deste Estado a exigirem que a Assembleia tome providência para cassar o mandato do deputado.

JOSÉ JAIR ANTONIO DE OLIVEIRA (representante comercial) - Londrina


Perda do mandato

O deputado estadual Fernando Ribas Carli Filho, em função da sua ratificada forma inconsequente de dirigir um veículo no acidente que resultou na morte de dois jovens trabalhadores, deve ser punido com a perda do mandato dentre outras punições. É inaceitável que, após essa tragédia, uma pessoa que representa o povo continue no cargo. Por uma questão de coerência, a família do deputado deveria orientá-lo a renunciar ao cargo. Caso isso não aconteça, a justiça deverá fazê-lo. Nós, pais solidários ao sofrimento dessas duas famílias, o faremos por intermédio da pressão popular.

ADONIRO MATHIAS PRIETO (contabilista) - Londrina


Abandono de animal

Com relação à matéria ''Casal condenado por abandonar vira-lata que morreu em Cascavel'' (Geral, pág. 7, 15/05), ninguém deveria ter um animal se não sente amor por eles. É muito pouco o que o dono desse pobre animal pagou. Mas existe um olhar sobre todos nós que perscruta até nossos pensamentos. Ai daquele que não se arrepende. Esse animal estava com depressão profunda, pelo amor incondicional aos seus donos. Caso ele não os amasse, sairia em busca de comida, água e diversão. Fácil demais pagar R$ 965 e não se falar mais no assunto. Esse casal teria ainda que ser fichado para nunca mais ter um animal, seja qual for.

ANA MARIA FERRO DE PAULA (pedagoga) - Ibiporã


Doenças parasitárias

Louvável o trabalho da farmacêutica Simone Castanho e sua equipe na vigilância e no controle da esquistossomose, em Bandeirantes, conforme relata a matéria ''Na luta contra a 'barriga d'água''' (Folha Cidades, pág. 3, 15/05). Com medidas preventivas, sendo aplicadas de maneira integrada, desde o diagnóstico precoce e o tratamento dos portadores de Schistosoma mansoni, levantamento dos hospedeiros intermediários, até as ações educativas em saúde para a população sob risco e as ações de saneamento para modificação dos fatores ambientais, favoráveis à transmissão e a manutenção da doença. Trabalho como esse de controle e vigilância da esquistossomose, poderia servir de exemplo a ser seguido em todo o Paraná.

NORBERTO ASSIS MEMBRIVE (biólogo) - Arapongas


Marcha da Maconha

Concordo inteiramente com as afirmações do padre Renato Colbert Bertin (Cartas, 14/05). A medicina é praticamente unânime em condenar o cigarro. Não tem cabimento liberar a maconha, certamente mais nociva. E não vem ao caso também relembrar possíveis ''crimes'' da Igreja Católica para desconstruir o que o padre escreveu. Seria o mesmo que me impedir de combater o alcoolismo só porque o meu tio-avô bebia muito.

ÊNIO JOSÉ TONIOLO (professor) - Londrina

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