13 de maio racista

A maneira pela qual o 13 de maio é comemorado na maioria das escolas brasileiras é preconceituosa e racista, embora não seja percebida como tal. O racismo às vezes se dá em informações preconceituosas, falsas e injuriosas sobre determinadas etnias quando versa sobre o negro, a África e a sua cultura religiosa. O racismo acontece indiscriminadamente em todas as instâncias e meios sociais. Porém, na maioria das vezes, é interpretado por autoridades - na grande maioria branca - como injúria e preconceito. Nesses casos, não sendo racismo, não é crime, portanto, não há prisão. O mesmo ocorria durante o período escravista onde se fazia acreditar que o negro não tinha alma e se conservavam ideias depreciativas sobre ele com piadas e deboches. Prova disso é que muitas pessoas ainda têm vergonha de afirmar que são negras.

JOSÉ MARQUES BEZERRA FILHO (professor) - Mandaguaçu



Problemas de Londrina

Dentre os problemas detectados pelo prefeito de Londrina na reportagem ''Barbosa Neto aponta economia como saída para investir na cidade'' (Política, pág. 4, 10/05), tenho certeza que faltou o que deveria estar em primeiro lugar: a saúde. No sábado, meu filho estava passando mal e procurei o Samu. Só após muito tempo disseram que haveria ambulância dentro de no mínimo duas horas. Fui de carona até ao Pronto-Atendimento Municipal e vi muitos doentes aguardando atendimento em pé (pois existem várias cadeiras quebradas) e seus acompanhantes na chuva (pois o telhado da entrada está cheio de goteiras). O médico plantonista me atendeu muito bem, fez sua parte. Então, prefeito, faça uma visita lá e também faça a sua parte.

MARIA CECILIA MARX (costureira) - Londrina



Provopar

Londrina, felizmente, tem um elenco de senhoras com um histórico de trabalho social que as permitem administrar com êxito o Provopar. A escolhida foi senhora Mildred Bueno. A definição do seu nome demonstrou o reconhecimento do nosso prefeito pelos seus serviços prestados na área social. A sua disposição de trabalhar, aos 80 anos, pelas pessoas mais carentes é digna de elogios e exemplo para muitos. O seu know-how e a sua condição de voluntária nos dão a certeza que teremos um Provopar atuante.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina



O deputado tem razão

O deputado federal Sergio Moraes (PTB-RS) tem razão ao dizer que não importa os desmandos e canalhices praticadas por ele e seus pares. Nós, eleitores, omissos e cúmplices, continuaremos a votar nos mesmos corruptos de sempre. Um bom exemplo são as eleições de 2006 quando foram reeleitos mensaleiros e corruptos. Deveríamos escolher melhor. A cada dois anos somos convocados para uma nova eleição. Cabe a nós fazermos a depuração entre os que irão dirigir este país. Se esperarmos que a justiça cumpra a sua parte, vejam os inocentados pelo Supremo recentemente.

DARCY BRAZ GUEDES (mecânico) - Londrina



Grampos

Com toda a encrenca provocada pelo grampeamento político de telefones, foi cogitado o arrocho e até mesmo proibição da prática. Deve realmente haver mais controle sobre o grampeamento descabido, especialmente do cidadão comum, do pobre e do trabalhador. Porém, gostaria muito que fosse totalmente liberado o grampeamento de políticos, dirigentes públicos, militares, juízes e até dirigentes e ex-dirigentes sindicais. E mais, que as conversas fossem colocadas na internet para que todos escutassem. Já pensaram que festa seria?

LUIZ ANTONIO BARBIERI NOGUEIRA (construtor civil) - Londrina


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