Precatórios

Imagine você perder uma disputa jurídica para o governo envolvendo dinheiro. De um jeito ou de outro, você terá que pagar ou sofrer as consequências. Quantos de nós já não estivemos nesta situação de dever para o governo (federal, estadual ou municipal)? Quem não pagar torna-se inadimplente e tem seus benefícios cortados, seus bens vão a leilão e sua vida vira um inferno. Mas por que a recíproca também não é verdadeira? Por que as dívidas contraídas pelos governos (no caso os precatórios) não são quitadas com a mesma velocidade? Os portadores desses títulos já ganharam em todas as instâncias, ainda não receberam e nem tem data para receber. Será que ninguém abraçaria nossa causa? Gostaríamos de poder usufruir desse dinheiro ainda em vida.

ESMERALDINO FRANCO (professor) - Londrina


Eleições 2010

O governador Roberto Requião deveria se candidatar a presidente nas eleições em 2010. Precisamos no comando da nação de alguém como ele, inteligente, destemido, duro e determinado. Ele tem lisura, sensibilidade, experiência e pulso firme, o que tem demonstrado na condução do Governo do Paraná. Cuidar do alheio é tarefa para quem tem pedigree político e de gestão sobre o interesse público. Chega do continuísmo, da fidalguia e do baixo clero com o assistencialismo. O Brasil precisa mudar, precisa de mão forte e de alguém que tenha coragem de promover um pacto federativo, reunindo, trabalhadores, empresários, banqueiros e o governo para elaborar um plano e assim tirar o nosso país da inércia.

ALDEMAR MASCARENHAS (empresário) - Londrina


Toque de recolher

Concordo com o toque de recolher para menores de 18 anos que está sendo implantado em algumas cidades do interior de São Paulo. Os adolescentes devem ter atividades supervisionadas pelos pais para que se desenvolvam, inclusive respeitando os limites que lhes são impostos. Com os pais tendo um controle dos filhos, estes terão maior chance de desenvolverem sua inteligência e menor possibilidade de ter contato com as drogas e a violência.

CLEBERSON VIEIRA QUILES (consultor técnico) - Londrina

Carvão virando diamante

Compartilho da mesma sensação da leitora Nina Graça de Oliveira Cardoso (''Doença da Dilma'', Cartas, 07/05) ao dizer que a divulgação da doença da ministra cheira a jogada de marketing para humanizá-la. A transformação da ministra - cirurgias plásticas, retirada dos óculos, uma postura mais simpática e agora a divulgação da sua doença - parece-me saída do mesmo plano para lapidar uma imagem focada em um objetivo futuro. A divulgação de doenças sempre causa comoção na mídia e interesse desmedido da população, isto tem dado certo com duplas sertanejas, artistas, etc. Que Deus tenha piedade de nós em pensarmos desta forma, mas não nos resta alternativa ao encarar os políticos, a não ser com muita desconfiança, uma vez que tudo o que fazem é nos ludibriar para conseguirem o querem. Tornaram-nos ''gatos (mais que) escaldados''.

MÁRCIA REGINA RODRIGUES (dentista) - Londrina



Saúde de Dilma

Sobre a opinião da leitora Nina Graça de Oliveira Cardoso (Cartas, 07/05), colocando em dúvida a doença da ministra Dilma Rousseff, felizmente vivemos num país democrático onde é permitido às pessoas se expressarem livremente. Se eu fosse um dos renomados médicos que trataram da ministra entraria de imediato com uma interpelação judicial para que essa senhora pensasse melhor antes de divulgar publicamente tais ideias.

HELEMILTON DIAS DE OLIVEIRA (advogado) - Londrina



■ As car­tas devem ser di­gi­ta­das, ter no má­xi­mo 10 li­nhas e vir acom­pa­nha­das da fo­to­có­pia do RG, en­de­re­ço, te­le­fo­ne e pro­fis­são/ocu­pa­ção do lei­tor. Via in­ter­net: ter no má­xi­mo 10 li­nhas, no­me com­ple­to, endereço, te­le­fo­ne, RG e pro­fis­são/ocu­pa­ção. As opi­niões po­de­rão ser re­su­mi­das pe­lo jor­nal. E-­mail: opi­niao@fo­lha­delondrina.com.br

mockup