CARTAS
Caminho de Jesus
Jesus disse: ''Amar a Deus sobre todas as coisas, amar o teu semelhante, como eu vos amei, amar o teu próximo, como a ti mesmo''. Não é fácil cumprir estes mandamentos, mas é o caminho pelo qual serviremos a Deus e a Jesus Cristo. Amando e perdoando, conseguiremos a paz, a felicidade e a evolução espiritual. Vamos valorizar a Deus e a Jesus Cristo, colocar o ser humano no seu lugar. Fico surpreso quando ouço que tudo que acontece de mal é culpa do diabo. Vamos deixar de valorizar este mal e agradecer a Deus e a Jesus por estarmos na terra.
FLORINDO DA SILVA LIMA (comerciante) - Londrina
Crise e os bancos
Os governos de diversos países estudam a possibilidade de uma ajuda financeira aos bancos para evitar uma quebradeira geral. Esses bancos estrangeiros, que cobram 0,5% ou 1% ao ano juros de seus clientes, merecem ajuda. Todavia, o importante para os brasileiros é saber o porquê dos juros tão elevados e até mesmo extorsivos que pagamos. Se lá fora, os governos estudam a possibilidade de ajuda, aqui o governo deveria fechar todos os bancos e colocarmos o dinheiro embaixo do colchão. Somente assim deixaremos de ser explorados e os referidos bancos não alardeariam somas astronômicas de lucro, ano após ano.
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador) - Londrina
Reserva legal
Respondendo à indagação do leitor Alicio Massan (Cartas, 26/03), informamos que o Sindicato Rural Patronal de Apucarana tem se manifestado sempre utilizando as seguintes perguntas: por que só o proprietário rural tem que cuidar do meio ambiente? O produtor rural abdica-se de parte de sua propriedade, sacrificando sua produção (sua sobrevivência), paga pelo projeto (georefenciamento) e ainda paga pela averbação. Para quê? Pela preservação da natureza. Para quem? Benefício próprio? Não! Então, ao invés de pagar, o produtor rural tinha é que receber. A Prefeitura de Apucarana, por exemplo, vai pagar aos proprietários rurais pela preservação das nascentes de água. Que este belo exemplo seja seguido por outras prefeituras.
JORGE NISHIKAWA (presidente do Sindicato Rural Patronal de Apucarana)
Reserva zero
A polêmica resultante da lei da reserva legal rende notícias e brigas. Talvez radicalizar a questão seria uma saída. Por exemplo, zero por cento de reserva legal iria causar o necessário pasmo e desconforto acordando a sociedade rural e urbana sobre a vital importância de nossas florestas nativas. Uma vez conhecido e calculado, em números, o valor de plantas e animais silvestres e dos ciclos e serviços naturais, as florestas nativas iriam sair de sua triste condição de empecilho ao desenvolvimento. A tecnologia cada vez mais aprimorada poderia compensar a diminuição das áreas de lavoura. Ninguém mais precisaria brigar por porcentagens ou dizer que plantar floresta nativa é ''só para os netos ou para ocupar regiões improdutivas''.
DANIEL STEIDLE (educador ambiental) - Rolândia
Indígenas
Vira e mexe vemos notícias de que índios de reserva X ou Y estão ameaçando empresas de energia elétrica por querer mais dinheiro para seus bolsos. Infelizmente, nossos ex-indígenas aprenderam bem depressa os costumes do homem branco, até parece que se educaram em Brasília. Qual a razão do governo federal não fazer uma lei que permita a passagem das linhas de transmissão pelas reservas indígenas? Garanto que com isso acabaria essa extorsão continuada.
EDMILSON ASSIS DOS REIS (autonômo) - Londrina





