Reserva legal

Fico triste quando vejo que ainda tem muita gente discutindo sobre a questão da reserva legal. Mais triste ainda é quando um problema que irá atingir toda humanidade recai somente sobre um povo que há tempo vem lutando pela sobrevivência de todos: os agricultores. Eles são homens simples, desbravadores de uma história limpa e árdua. Seria pedir demais que o governo reavaliasse essa tal lei dos 20%?

MARINALVA NUNES BATISTA (jornalista) - Ubiratã


Cidade da fumaça

Londrina está um inferno. Reclamamos do mato nos terrenos públicos e privados, mas enquanto alguns resolvem parte do problema roçando os terrenos, outros criam novos e maiores problemas ateando fogo nos resíduos deixados pela roçagem. Ando pela Zona Norte e o que vejo é espantoso: 90% dos terrenos roçados estão queimados. A empresa que presta serviços deveria recolher os resíduos para evitar que vândalos coloquem fogo no que restou. O Jardim São Paulo é um caso crônico: toda vez que roçam colocam fogo. Atear fogo em mato ou lixo é crime ambiental. Queimar achando que está fazendo limpeza é ignorância: só faz mais sujeira, polui nosso ar prejudicando a saúde. Não existe motivo para realizar queimadas.

DOMINGOS SÁVIO PEREIRA (administrador de empresas) - Londrina


Até quando?

Se 82% da população confessa não confiar nos políticos, então por que eles continuam nos representando? Por que não estão na cadeia que é o lugar de pelo menos 95% deles? Os poderosos têm o dinheiro como melhor defesa: colarinho branco não fica na cadeia porque ela foi feita apenas para o pobre. Enquanto nossas leis forem condescendentes e volúveis, os bandidos vão se valendo dos recursos ''infindáveis''. Enquanto o pobre morre na fila do SUS, os funcionários do Congresso não se cansam na fila do caixa para receber suas polpudas gratificações. E o presidente do Senado, como o Lula, não sabia da existência de gratificações, etc. Até quando a população vai aturar essa situação?

WILLSON OlIVEIRA TRINDADE (estudante de Direito) - Londrina


Prêmio das loterias

O primeiro jogo instituído pela Caixa foi a Loteria Esportiva. Quem conseguisse acertar os 13 pontos ganhava o 1º prêmio - uma quantia invejável. Contudo, se nenhum apostador fechasse os 13 pontos, o maior prêmio seria pago aqueles que fizessem 12 pontos. Ora, a Mega-sena deveria adotar o mesmo critério: se ninguém conseguisse fechar a sena, o prêmio, ao invés de acumular deveria ser cotizado entre aqueles que conseguissem fechar a quina e a quadra. Certamente os apostadores de todo o país ficaram muito mais motivados a jogar. Espero que a Caixa avalie seriamente essa sugestão.

ANTONIO D™NATZ RIBEIRO DA SILVA (auditor fiscal) - Curitiba


Eleições em Londrina

Apesar de todo o imbróglio político e jurídico que acabou forçando a realização de um ''terceiro turno'' em Londrina, é preciso lembrar que assim funciona a democracia: com acertos e defeitos mas infinitamente melhor do que qualquer regime totalitário ou de exceção. Quem já tem alguma idade como eu, sabe do que estou falando. Por isso vamos às urnas no dia 29!

EDGAR BAER (advogado) - Londrina

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