Impostos e contrapartida

Quando precisamos de sa© úde, pagamos planos; de educação de qualidade, pagamos escola particular; de segurança, contamos somente com a proteção divina. O governo deveria usar a sua mesma eficiência/sanha tributária, articulada pela bem informada e aparelhada Receita Federal, e investir no combate à corrupção, na redução dos juros, em estimular a produção para gerar empregos e renda, e gradativamente acabar com as diversas ''bolsas'' distribuídas pelos país afora. Lembrem-se de que temos de trabalhar até meados do mês de abril para bancar a farra palaciana.

MARCELO GUERCHMANN DE FREITAS (gerente administrativo) - Londrina



Discordo totalmente

Quando a antropóloga Leila Jeolas diz ''que não adianta simplesmente proibir trotes violentos, pois não se elimina a violência por decreto'' (Opinião, pág. 3, 28/02), a sugestão é criar uma lei para ricos e para pobres, sem impunidades. Quem for apanhado aplicando trotes perde todos os anos de estudos na faculdade e tem de voltar para o vestibular. Desta forma, duvido que o trote não morra no ato. ''Troteiros'' são selvagens mas não são burros.

ALICIO MASSAN (engenheiro agrônomo) - Santa Mariana



Viapar

A Viapar divulga de forma bem legível em placas à margem da rodovia, e também no seu site, o serviço de atendimento ao usuário (SAU). Segundo o que informam, no SAU o usuário poderá encontrar uma área para descanso, com sanitários, local para trocar a fralda do bebê, água gelada e uma pessoa que lhe dará toda a atenção necessária. Mas para o usuário que viaja no sentido Londrina-Maringá é melhor nem tentar usar o serviço. É simplesmente impossível. Tentei, e me arrependi amargamente. Sejam honestos e não prometam nada, assim ficaria bem melhor.

ANTONIO ROMERO FILHO (técnico em contabilidade) - Maringá



Ronaldo

Sem mesmo ter jogado um minuto na equipe principal do Corinthians, o jogador Ronaldo sofreu uma recaída e voltou às noitadas, em Presidente Prudente, cujas fotos já vazaram para a internet. Essas escapadas junto com suas contusões atrapalham em muito sua carreira. O pior desta vez é que foi multado em 10% do seu salário. Pobre Corinthians, sem patrocínio, ainda ter de pagar R$ 500 mil ao atleta, que vive dificuldades dentro e fora de campo para vencer a balança. Se não estrear logo, todos os esforços de marketing terão sido em vão. Se no trânsito, álcool e direção não combinam, no esporte, baladas e futebol também não.

JOSÉ PEDRO NAISSER (ecologista) - Curitiba


Indústria nacional

Quando um país está priorizando seus produtos internos, mesmo que em detrimento de produtos importados, não está praticando protecionismo. Está apenas procurando socorrer a indústria nacional e os empregos por ela gerados. Neste momento de crise econômica globalizada, se o próprio país não der o exemplo e colaborar, consumindo seus produtos ao invés de importados, quem irá ajudar? Até ser celebrado um acordo internacional que resolva a situação crítica atual, no momento bastante improvável, o pontapé inicial tem que partir de dentro de casa.

HABIB SAGUIAH NETO (aposentado) - Marataízes

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