Governo de transição

O atual estado das coisas exige atuação rápida e firme dos nossos governantes. Para todos os lados que se olha, encontram-se grosseiros erros. Desde a segurança, passando pelos postos de saúde e seu atendimento, pelas escolas e merendas, ruas e buracos, pelo aeroporto. E também pela Medicina da UEL, para que Londrina conte com a formação de profissionais de saúde bem treinados, devidamente informados e formados, que atuem onde realmente a maior parte da sociedade londrinense necessita. Afinal, é dinheiro público que se gasta ali. E tenho fé que o nosso prefeito há de agir.
LUÍS ALBERTO CASADEI ABUMUSSI (médico) - Londrina


Os grandes homens

William Shakespeare externou nos teatros aquilo que os filósofos tinham nos livros e se tornou o maior dramaturgo de todos os tempos. Sigmund Freud, médico fundador da psicanálise, realizou uma revolução: a ideia de que somos movidos pelo inconsciente. Charles Darwin completa este mês 200 anos de nascimento. Foi ele quem mostrou que os organismos vivos estão em um lento e constante processo de mutação. Darwin nunca disse que o homem veio do macaco, mas sim que compartilhamos um ancestral comum. Pena que sofra ainda hoje o que Nicolau Copérnico sofreu no século 20. O mesmo foi acusado de heresia por afirmar que o sol era o centro do sistema solar. O maior pecado é esconder a verdade. Quando se esconde a luz, afugentam-se as mentes que podem brilhar, deixando de produzir futuros grandes homens. E sem grande homens não chegaremos a lugar nenhum.

NELIO ROBERTO DOS REIS (professor universitário) - Londrina


Futuro do Banestes

Como o futuro do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) era mesmo cair nas mãos de terceiros, assim como ocorreu com quase todos os outros bancos estaduais, é melhor para os clientes, e sobretudo para os funcionários, que seja absorvido pelo Banco do Brasil. Pois se um banco privado comprá-lo, a primeira atitude será demitir, como de costume. Ainda mais agora que não faltaria o pretexto do momento econômico mundial.

HABIB SAGUIAH NETO (bancário aposentado) - Marataízes



Trote, para quê?

Uma das coisas mais absurdas que já vi é essa questão dos trotes aos calouros. Tanto que quando entrei na faculdade fiquei uma semana sem aparecer para fugir disso. Acho uma coisa animalesca pegar um grupo de pessoas que realizaram um sonho e expô-las a atrocidades. Fico abismado de ver esses atos de vandalismo. Todo ano é a mesma coisa. Sempre dizem que vão acabar com isso, mas nunca acabam. Um amigo que entrou em Direito numa faculdade de Londrina teve seus sapatos tirados contra a vontade, foi jogado num lamaçal, teve sua camisa rasgada e foi obrigado a pedir esmolas para conseguir R$ 70 aos veteranos de seu curso. Que aprendizado isso possibilitou? É necessário criar meios para que esses vândalos das universidades deixem de atuar, e que se transforme o entrar num curso superior em algo prazeroso e gratificante.

CESAR EDUARDO PINHEIRO (professor de História) - Londrina


Sindicato do crime

Conclamo a todos assassinos no exterior a vir para o Brasil. Aqui encontrarão retaguarda do governo, proteção da Justiça brasileira para continuar livres de seus crimes, curtindo numa praia do país, e até casar com uma brasileira. Poderão fazer parte do sindicato do crime com os criminosos já existentes no país. Isso em nosso país já é de praxe desde a época do descobrimento. Muitos já eram importados de Portugal. Pelo que vejo, isso acabou virando regra, infelizmente.

EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina

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