Violência sem tamanho
O que acontece no planeta é de assustar. A cada dia mais violência. Parece que quanto mais o ser humano evolui menos apego ele tem a sua vida e a do próximo. Quando mudei para Londrina, anos 80, achava a cidade tranquila. Morei anos em Campinas e estava sempre em São Paulo. Tudo aqui era sossegado e sem muitos atropelos. Hoje posso garantir que estamos quase empatados com os grandes centros. O homem tem se distanciado de Deus e a família deixou de ser a mola propulsora do convívio social. Hoje ter família é quase uma raridade. Com isso preceitos essenciais ao ser humano vão se perdendo. Crianças perderam o respeito por seus pais e por tudo o que está ao seu redor. Vamos lutar pela educação de qualidade. Só assim poderemos ter uma esperança em nosso futuro.
CESAR EDUARDO PINHEIRO (professor de História) - Londrina

Educação de nossos filhos
Reclamamos de nossos governantes, e, em geral do funcionalismo, mas, todos os dias nos deparamos com as mais diversas situações, e o que fazemos para mudar? Mostramos aos nossos filhos que podemos furar filas para estarmos na frente, nos bancos, nos semáforos, em qualquer lugar, mostramos a eles também que se for para levar vantagem, devemos ceder, enfim, apresentamos a eles o erro, e, depois cobramos de nosso funcionalismo público o que não fazemos, mas devemos lembrar se foi isso que ensinamos. Será que estamos agindo de forma correta?
ALEX JORDÃO DE OLIVEIRA (administrador de empresas) - Londrina

Mega-sena e renda
A mega-sena recolhe semanalmente das cidades brasileiras milhões de reais que, após o sorteio, acabam desovando num só local tamanha riqueza desproporcional e injusta. Não seria interessante destinar parte do que é arrecadado pelas loterias para uma melhor distribuição de renda no País?
OSMAEL CHIAVELLI PUGA (comerciante) - Apucarana

Papel da imprensa
Assisto amedrontado a capitulação de grande parte de nossa imprensa, diante do avanço do projeto comuno-petista deste governo. Todas as ações estão sendo meticulosamente engendradas para encurralar nossa frágil democracia, e as vozes contrárias estão cada vez mais mudas e pálidas. Podemos classificar nossa imprensa em três categorias: a chapa-branca, a bem-comportada e a independente. Os escândalos são rotineiros e já não merecem primeira página em muitos de nossos jornais e revistas. Artigos contrários ao rolo compressor socialista também já não são publicados com a frequência de outrora. O estatismo retrógrado está de volta, sem manchetes, com ameaças veladas do presidente às grandes empresas, com a conivência ou consentimento dos outros dois ''Poderes'' da República e de um povo alienado. O epílogo dessa história, em 2010, será dramático para o País.
SERGIO VILLAÇA (engenheiro civil) - Recife

Doação de rua
A Câmara de Londrina não aprovou o projeto do Executivo de doação e permuta de uma rua que liga a Avenida Jorge Casoni à BR-369. Com isso, atenderam à manifestação popular liderada pela Associação de Amigos da Vila Casoni que era contra a doação. A entidade e os moradores agradecem os vereadores.
MANOEL FAUSTINO DE CARVALHO (historiador) - Londrina

As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]

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