Caos no aeroporto
De onde moro tenho uma visão ampla do Aeroporto de Londrina. É possível perceber os procedimentos de decolagens e aterrissagens. Sei o que é ficar em aeroporto por causa de mal tempo, inclusive no famoso e moderno Afonso Pena em Curitiba. Mas nos últimos dias vi a condição do tempo tão fechada pelos lados do nosso aeroporto que só se for doido para entrar numa aeronave, ainda que fosse à base do ILS e outros instrumentos convencionais. A neblina estava muito densa, era difícil da minha janela ver até a rua da frente. É certo que o nosso aeroporto precisa ser melhor aparelhado, mas continuo achando que é melhor ser paciente no aeroporto do que paciente no hospital ou aterrissar num cemitério antes da hora.

WILSON THINONIN (pastor) - Londrina


Taxas das igrejas
Com referência à carta Igrejas x taxas (Cartas, 26/01), percebe-se que o casamento tornou-se para muitos apenas um ato social e não religioso. Se a igreja é tratada como um centro de eventos, ela tem todo o direito de cobrar quanto quer pelos seus horários e dias. Ela prioriza sempre suas atividades pastorais, por isso torna-se impossível uma tabela de preços, haja vista que em algumas igrejas a cerimônia e os gastos não são cobrados. Algumas igrejas possuem ar-condicionado, estacionamento e uma ótima localização. Quem mantém isso são os paroquianos, os quais devem ter preferência em reservar data e horário. Quem apenas diz ser cristão e não participa da comunidade, não colaborou em nada para que aquilo fosse adquirido deve sim pagar um preço alto para usufruir de tal estrutura.

DJONH DENYS SOUZA DOS REIS (estudante de Filosofia) - Londrina


Cartel dos combustíveis
Mais uma vez o cartel dos combustíveis de Londrina apresenta suas garras afiadas para dilacerar nossas já combalidas costas. Não bastasse o governo e o Ministério das Minas e Energias deixarem de honrar sua palavra (o preço dos combustíveis subiria ou baixaria de acordo com o preço internacional do petróleo), e como sobrecarga o cartel de Londrina já no dia 21/01 subiu o preço da gasolina para R$ 2,54 o litro. No dia 23/01, passei em Cambé, Rolândia, Arapongas e Apucarana e os preços nos postos de todas as ''bandeiras famosas'' eram, respectivamente, R$ 2,43/2,40, R$ 2,43/2,39, R$2,38/2,39 e R$ 2,49/2,42. De onde vem o combustível que abastece estas cidades? Alguém pode informar?

ALFREDO CARVALHO (autônomo) - Londrina


Solução para o trânsito
A reportagem ''Xara, nem carro e nem moto'' (Carro&Cia, pág. 1, 25/01), do jornalista Jaime Kaster, mais do que mera curiosidade automotriz, revela a face de um promissor século XXI, cujo design informa a solução possível para o caos contemporâneo. Se a administração federal pensasse realmente numa nação includente, decretaria subsídios generosos e defenderia a eliminação dos impostos privilegiando soluções inteligentes e tangíveis como essa, tão impactantes quanto foi a própria invenção do automóvel, aliviando assim o trânsito e o bolso dos trabalhadores.

CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ (arquiteto) - Londrina


Falta de luz
Domingo, no final da tarde, faltou luz no Vale do Cambezinho e adjacências. Liguei no 0800 da Copel e, por cerca de 20 minutos, ouvi todas as mensagens de cuidados a serem tomados com a rede elétrica várias vezes, mas atendimento, nada! A luz retornou e a Copel não atendeu. E nem estava chovendo, ainda. Afinal, a lei que regulamenta o atendimento eletrônico pelas prestadoras de serviços é para valer ou não?

NINA GRAÇA DE OLIVEIRA CARDOSO (psicóloga) - Londrina

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