Igre­ja x ta­xas
  Com re­la­ção ao ques­tio­na­men­to da lei­to­ra Maí­sa F. de Al­mei­da (Car­tas, 26/01), con­for­me o Re­gi­men­to Eco­nô­mi­co da Ar­qui­dio­ce­se de Lon­dri­na, nú­me­ros 1, 2 e 7 do ane­xo ­VIII, a ta­xa de ca­sa­men­to na Igre­ja não de­ve ul­tra­pas­sar o te­to de 70% do sa­lá­rio mí­ni­mo. Di­zi­mis­tas e ca­ren­tes são isen­tas. A ta­xa de ca­sa­men­to aos não di­zi­mis­tas é re­que­ri­da por uma ques­tão de jus­ti­ça com a co­mu­ni­da­de pa­ro­quial que cons­trói e man­tém seu tem­plo. É uma for­ma de co­la­bo­ra­ção de ­quem não tem com­pro­mis­so com sua Pa­ró­quia e de­se­ja usu­fruir do que ela tem e ofe­re­ce. ­Quem não po­de con­tri­buir com o va­lor to­tal ou par­cial de­ve dia­lo­gar com o pa­dre. En­tre­tan­to, não tem co­mo di­zer que não po­de pa­gar ­quem gas­ta for­tu­nas com fo­tó­gra­fos, ci­ne­gra­fis­tas, pro­mo­ters, flo­ri­cul­tu­ras e buf­fets, dian­te dos ­quais a con­tri­bui­ção à Igre­ja é ir­ri­só­ria.
RO­MÃO AN­TO­NIO MAR­TI­NI MAR­TINS
(pa­dre) - Lon­dri­na

Bra­sil po­tên­cia
  O Bra­sil é clas­si­fi­ca­do no mun­do por ter a ­maior ta­xa­ção de im­pos­tos (qua­se 40%); o me­nor sa­lá­rio-ba­se; a ga­so­li­na ­mais ca­ra (59% a ­mais que a mé­dia); a ­maior ta­xa de ju­ros do pla­ne­ta; e a me­nor es­co­la­ri­da­de pre­si­den­cial. De bom, te­mos ­três sa­fras agrí­co­las/ano; ­maior ín­di­ce de in­cre­men­to ­anual por hec­ta­re de flo­res­tas; não te­mos de­ser­to; nem ne­ve; nem tor­na­dos. En­tão, co­mo po­de­mos ser po­bres? O que ­mais nos fal­ta pa­ra ser­mos cam­peões? É só pa­ra­rem de des­viar (rou­bar) nos­sos re­cur­sos.
PE­DRO GUI­MA­RÃES
(en­ge­nhei­ro flo­res­tal) - Te­le­mâ­co Bor­ba

Er­ra­di­ca­ção de ár­vo­res
  Se­gun­do a Pre­fei­tu­ra de Lon­dri­na, há 416 ár­vo­res que ne­ces­si­tam ser er­ra­di­ca­das sob pe­na de cau­sa­rem es­tra­gos com a que­da na­tu­ral ou pro­vo­ca­da por ven­ta­nia. Tam­bém não há fun­cio­ná­rios su­fi­cien­tes pa­ra o ser­vi­ço. Uma das saí­das, en­tão, se­ria ­doar es­sas ár­vo­res pa­ra que ma­dei­rei­ras ou le­nha­do­ras fa­çam a er­ra­di­ca­ção a cus­to ze­ro pa­ra o mu­ni­cí­pio, mas sob sua orien­ta­ção. As em­pre­sas au­to­ri­za­das tam­bém de­ve­rão re­por ou­tra ár­vo­re de es­pé­cie de­ter­mi­na­da pe­la se­cre­ta­ria com­pe­ten­te. As­sim, a ci­da­de es­ta­rá li­vre do cus­to apro­xi­ma­do de R$ 150 por ár­vo­re, ga­ran­ti­rá a ra­pi­dez do tra­ba­lho, te­rá no­vas ár­vo­res plan­ta­das e ain­da po­de­rá ocu­par ­seus fun­cio­ná­rios em ou­tras ta­re­fas emer­gen­ciais.
REI­NAL­DO MA­THIAS FER­REI­RA
(es­cri­tor) - Lon­dri­na

Acre­di­to no MP e vo­cê?
  ­Mais uma vez pu­de­mos ob­ser­var que o Mi­nis­té­rio Pú­bli­co (MP) pres­ta um ser­vi­ço a Lon­dri­na. Foi com sa­tis­fa­ção que re­ce­be­mos a no­tí­cia de que es­se ór­gão pe­diu a anu­la­ção da pos­se do ve­rea­dor que re­tor­nou à Câ­ma­ra de­vi­do à mo­di­fi­ca­ção na Lei Or­gâ­ni­ca Mu­ni­ci­pal vo­ta­da no fi­nal da le­gis­la­tu­ra pas­sa­da que o pri­vi­le­giou. Co­mo elei­to­ra e ci­da­dã fi­co sa­tis­fei­ta em sa­ber da exis­tên­cia de pes­soas que nos re­pre­sen­tam tão bem e exi­gem que a mo­ra­li­da­de e a éti­ca se so­bre­po­nham a in­te­res­ses par­ti­cu­la­res. Te­mos que ­apoiar es­ses pro­mo­to­res que pres­tam um gran­de ser­vi­ço à po­pu­la­ção, re­gu­lan­do ­ações des­pro­vi­das de in­te­res­ses co­le­ti­vos. A po­pu­la­ção de Lon­dri­na agra­de­ce.
RO­SA­NE APA­RE­CI­DA BE­LIEI­RO MAL­VEZ­ZI
(pro­fes­so­ra) - Lon­dri­na

Cor­re­ção
■ Ao con­trá­rio do que foi pu­bli­ca­do na ma­té­ria ‘‘No­vo IR tra­rá re­nún­cia de R$ 200 mi ao ­PR’’ (Fo­lha Eco­no­mia, pág. 4, 26/01) a ta­be­la com as ­duas no­vas fai­xas de tri­bu­ta­ção já es­tá vi­gen­te pa­ra des­con­tos re­ti­dos em fo­lha de pa­ga­men­to. Os con­tri­buin­tes po­de­rão uti­li­zar as no­vas alí­quo­tas pa­ra ­fins de res­ti­tui­ção a par­tir da de­cla­ra­ção de ajus­te do Im­pos­to de Ren­da a ser en­tre­gue no pró­xi­mo ano (ano ba­se 2009).

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