'Piscinão Rocha Pombo'
Alguns meses atrás elogiei a Prefeitura de Londrina pela reforma da Praça Rocha Pombo, que estava abandonada servindo de ponto para venda de drogas e prostituição. Infelizmente, a reforma que estava ficando muito bonita parou e a praça voltou a ser frequentada por pessoas de má índole. Fiquei ainda mais decepcionado ao passar pela praça semana passada: havia umas 15 pessoas entre crianças e adultos (alguns apenas de cueca) nadando no espelho d'água do chafariz da Rocha Pombo. Uma praça que deveria ser modelo de conservação é tratada com descaso pelas autoridades. Imaginem o que pensará um empresário em visita à cidade ao se deparar com a cena? Praças deveriam ser locais agradáveis para ir com a família e as crianças poderem brincarem. É decepcionante.

JOÃO HENRIQUE DA SILVA FELIZARDO (auxiliar administrativo) - Londrina


Ruas de Londrina
Há alguns dias, a FOLHA noticiou que Maringá havia conseguido recursos para implantar melhorias no seu sistema viário considerado excelente. Em Londrina, não conseguimos nem padronizar os nomes de ruas e avenidas. Temos diversas com dois ou mais nomes, gerando confusão. Não existe rua em Londrina que não precise de recape: estão cheias de afundamentos, ondulações e os famigerados ''borrachões'', que deve-se à péssima qualidade e execução dos serviços numa área que nunca mereceu importância em Londrina. No Jamile Dequech, pedia-se um viaduto, ganhamos uma lombada malfeita e um radar para multar os desavisados. Sugestão ao prefeito-tampão: busque secretários em Maringá, com certeza ganharemos em criatividade e planejamento.

JOSÉ CLÁUDIO GOMES (comerciante) - Londrina



Petrobras, melhor privatizar
Se a Petrobras não exercesse monopólio na distribuição de combustíveis e houvesse concorrência, o preço da gasolina seria menor. A Petrobras deveria ser privatizada, apesar do PT, malgrado os sindicalistas e a despeito dos seus funcionários. O brasileiro não é beneficiado em nada com a Petrobras nas mãos da União. O que ela faz, as empresas privadas fariam com uma vantagem: estariam sujeitas à fiscalização do Poder Público, o que não ocorre com a Petrobras, com a qual ninguém pode, nem mesmo a União. E o brasileiro, como fica? É explorado: paga pelo combustível o que a Petrobras determinar. E se ela pode cobrar o preço que quiser, por que iria se esforçar para ser eficiente e reduzir custos?

JOSUE GROTTI (advogado) - Londrina


Ganância sem freio?
A matéria ''Petrobras pode reduzir preço da gasolina (Folha Economia, pág. 1, 22/01) informa que a estatal estaria pensando em reduzir o preço da gasolina se o preço do barril estabilizasse a US$ 30. Saí para o trabalho e vi atabalhoado movimento dos postos de combustíveis para aumentar os preços nas bombas. Qual seria o intuito? Tal ação teria como objetivo sedimentar um preço maior para, quando a Petrobras efetivar a redução, ''forjar'' uma redução dos preços nos mesmos moldes atuais?

GERSON MACHADO (servidor público federal) - Londrina


Diplomacia de Hillary
Os Estados Unidos, com a atual secretária de Estado, Hillary Clinton, estão desenvolvendo um critério onde demonstram ser conscientes do papel diplomático para resoluções e aproximação com outros países, abrindo assim um caminho para o diálogo. Como a própria secretária disse, estarão abrindo uma nova era na política externa americana. É importante que nossos gestores na política entendam que devemos ter na administração pública pessoas capacitadas para o cargo e não aquelas que são escolhidas pelo partido ou por ser simpatizantes partidários.

ANDERSON CARLOS SACHETIM GARCIA (bacharel em Direito) - Londrina

Correção
Ao contrário do que foi publicado na edição de ontem na Folha Economia, o número de brasileiros vivendo no Japão até dezembro de 2007 era de mais de 300 mil.

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