CARTAS
TRE e o 'terceiro turno'
Sabemos que uma nova eleição em Londrina acarretará altos gastos financeiros e um desgaste na população londrinense que não aguenta mais esse impasse político. A meu ver, a forma mais inteligente é deixar a administração interina como está. Como disse o secretário de Governo, Tercílio Turini, ''a população está mais calma'', e me parece que este prefeito interino está indo bem, com vontade de fazer e de realizar algo de bom para a cidade. Afinal, estamos precisando disso.
ADELMO ANTUNES DE LIMA (estudante de Teologia) - Londrina
Descaso no trânsito
No último sábado, por volta das 10 horas, ocorreu um acidente nas esquinas da Rua Pio XII com a Av. Higienópolis com pessoas machucadas. Chegou a ambulância para socorrer as vítimas, repórteres de TVs e rádios, mas não chegou ninguém da CMTU para controlar o trânsito neste perigoso cruzamento. Onde estavam os agentes de trânsito e a Polícia Militar? O cruzamento ficou uma loucura, o semáforo com defeito e ninguém para controlar o trânsito. Foi preciso um repórter ir para o meio da rua e tentar organizar o trânsito. Nos dias de sol é fácil encontrar os agentes escondidos na Higienópolis ou no Calçadão, andando e conversando. Até quando Londrina vai ser tratada assim?
MILTON FERNANDO NIGRO SIMÕES (comerciante) - Londrina
Benefício da ressocialização
Excelente a matéria ''Apenados reformam escola'' (Folha Cidades, pág. 3, 20/01) que trata do serviço prestado pelos apenados no Colégio José de Anchieta. Esse tipo de trabalho deveria ser estendido a outros apenados (inclusive menores infratores). Temos inúmeros serviços que podem ser feitos por aqueles que cometeram algum tipo de crime, que de alguma forma irá reparar o dano causado à sociedade. Uma sugestão é o Judiciário manter convênios com o poder público para utilizar a mão-de-obra dos apenados. Com isso, esses serviços irão custar menos aos cofres públicos. Além de diminuir as penas, essa medida também fará a verdadeira ressocialização do infrator.
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (operador de financiamento) - Londrina
Bosque abandonado
Fiquei felicíssima com a nota da jornalista Katia Michelle (Folha Gente, pág. 2, 20/01) sobre a reforma do Bosque da França, no Bairro Seminário. Sou fã ardorosa do local e realmente não dá mais para frequentá-lo. Desocupados levam lixo e até pedaços de carne crua lá. Um local maravilhoso, porém descuidado. Houve época em que o mato ficava altíssimo, reclamei no 156 e começaram a podar regularmente. Quanto aos desocupados, o município diz que nada pode fazer. Será que uma visita da Guarda Municipal algumas vezes por dia não ajudaria?
VALÉRIA PROCHMANN (jornalista) - Curitiba
Decisão absurda
Até quando vamos ser palhaços das autoridades que deveriam dar exemplos de honestidade, caráter e transparência na aplicação das leis? Um ministro do Supremo Tribunal Federal mandou soltar o ''injustiçado'' Marcos Valério dizendo que a prisão do publicitário é ''baseada em vagos termos''. Que palhaçada! Aproveitem e soltem também Fernandinho Beira-Mar, Marcola, Lalau e o italiano Cesare Battisti que recebeu asilo aqui na casa da ''mãe Joana''.
SERGIO RICARDO (segurança) - Londrina





