CARTAS
Homicídios em Londrina
A reportagem ''Casos de homicídio em Londrina sobem 54%'' (Geral, pág. 9, 30/12) revela os efeitos colaterais do crescimento da cidade. É claro que o aumento da criminalidade não é gerado apenas pela expansão da cidade. A branda forma de aplicação de penas no atual sistema jurídico brasileiro é uma das causas uma vez que o STF declarou inconstitucional a regra que proíbe a progressão de regime para condenados a crimes hediondos, alegando respeito ao princípio da isonomia e individualização da pena. Esse fator está intimamente ligado ao aumento de crimes não apenas em Londrina, mas em qualquer lugar do País, porque diante da branda aplicação das leis, os criminosos tendem a temer menos a lei, e cometer o crime, de forma despreocupada.
TATIANA GONÇALVES ANDRÉ (advogada) - Londrina
Fora de hora
Lamentável a proposta que aumenta o número de vereadores em todo o País. O que teria que estar sendo discutido é o oposto disso: precisamos sim de uma redução, não só no número de vereadores, mas também de deputados estaduais e federais. Ao invés de se ''contratar'' mais vereadores, deveria-se contratar mais médicos, atendentes e enfermeiras para os postos de saúde e mais professores nas escolas.
JONAS VIEIRA DA COSTA (professor de Geografia) - Londrina
Modelo de quê?
A ocupação por sem-teto de uma calçada no bairro Campo Comprido em Curitiba representa a falta de gererência no setor de habitação popular da capital ''modelo'' do Brasil. A Cohab é uma verdadeira imobiliária, pois usa de todos os recursos burocráticos para cumprir as mais absurdas exigências para a liberação de lote ou imóvel ao cidadão de classe média. O pobre de fato não tem qualquer acesso à moradia em Curitiba. Estão aí milhares de sem-teto lutando por moradia, fazendo protestos e ocupações para chamar a atenção das autoridades adormecidas pelas falsas e milionárias propagandas fantasiosas de nossa cidade.
CÉLIO BORBA (artista plástico) - Curitiba
Praça Rocha Pombo
Ainda nem foi concluída a revitalização da Praça Rocha Pombo e os problemas estão de volta. Meia dúzia de desocupados estão usando o espelho d'água como piscina, enlameando-o. No Natal, moleques de rua tomaram a praça de assalto e atiravam água suja nos carros que passavam. Como não foram punidos, voltaram à farra. A ação de vândalos já foi notada também na Praça Tomi Nakagawa. Os moradores e comerciantes da redondeza reclamam dessa presença indesejável. Têm acionado a prefeitura, a polícia e denunciando o fato aos jornais. Se alguma medida séria não for tomada de início, de pouco proveito será o gasto com a revitalização.
REINALDO MATHIAS FERREIRA (escritor) - Londrina
Agradecimento
A FOLHA agradece e retribui as mensagens de Feliz Natal e Próspero 2009 enviadas por: Basf; Monsanto; Observatório Social Londrinense; Ling/Viera/Fetter/Virmond Advogados Associados; deputado federal Eduardo Sciarra; Faculdade Catuaí; Federação das Apaes do Paraná; Sindicato dos Empregados no Comércio de Londrina; Câmara dos Deputados; Unifil; Colégio Londrinense; Hoftalon; Sindiavipar; deputado federal Alfredo Kaefer; Associação Nosso Sonho de Reabilitação e Integração de Pessoas com Deficiência; Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais; deputado estadual Ratinho Júnior; TCGL; Hospital Erasto Gaertner; deputado federal Alex Canziani; Duke Energy; Viação Garcia; Darci Piana; Laboratórios Pfizer Ltda.; Grafite Feira e Promoções; Phloraceae; Câmara de Londrina; Copati; deputado estadual Luiz Eduardo Cheida; Sonai Sierra; O Estado de S. Paulo; Mastra Escapamentos e Catalizadores; Hospital do Câncer de Londrina; Bicbanco; Romeu Saccani Advogados; Maria Thereza e Wilson Baggio; Gabriel Bertin de Almeida Advocacia; deputado estadual Felipe Lucas; deputado estadual Luiz Claudio Romaneli; Agroceres; O Boticário; Consolata; Hospital Evangélico de Londrina; Maria Rocha; Faccar; Luciano Ducci; De Paula Machado Advogados; Flamma Comunicação Empresarial; Maxis; Instituto Londrinense de Educação de Surdos; Ministério Público Estadual; e aos demais leitores que enviaram mensagens individuais.
- As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]





