CARTAS
Reage Londrina
Londrina está uma mixórdia. Em todos os sentidos. Não bastassem os oito anos de administração do PT, numa mesmice que atrasou a cidade em 80 anos, estamos com o impasse da eleição que não se define. Tudo insípido, sem clareza e objetividade. Onde estão as ONGs, sindicatos, dirigentes de bairros e outras entidades que não se unem para tomar uma atitude que demonstre preocupação com o mal-estar da população? É hora de tomar uma posição drástica.
MARIA THEREZA MAGALHÃES FORATTINI (tradutora) - Londrina
Caminhada desagradável
Todos os dias, no final da tarde, costumo sair para caminhar. Dias atrás, optei pela minha rua, a Paranaguá. Enquanto caminhava, fui observando a calçada: salvo alguns trechos bem cuidados, outros apresentavam rachaduras, buracos, troncos de árvores ceifadas. Ao observá-las, notei saquinhos plásticos amarrados em seus troncos. Em dois destes indefectíveis sacos havia produto certamente da necessidade fisiológica de cães que seus donos ou serviçais colocaram. Por que depositam na frente das casas de quem não tem nada com isso? E lá ficam as porcarias fermentando e cheirando mal. Vamos exercer a boa educação e a cidadania não deixando esta sujeira pelo passeio público.
ALFREDO CARVALHO (autônomo) - Londrina
Cães e seus donos
É de se lastimar a má educação dos donos de animais de estimação que permitem que esses façam suas necessidades sobre calçadas e jardins, especialmente dos outros. Moro na Rua Santos que, infelizmente, hoje se equipara a qualquer área menos favorecida. Os cães comandados por seus donos em coleiras defecam sobre calçadas, urinam nos jardins, causando um mal-cheiro e mal-estar a todos que passam pelas calçadas. Para andar ali tem que ter cuidado redobrado, pois caso contrário leva-se para casa um ''presente'' do cachorro. Espero é que se estipule multa ao dono do cão que faça isso sobre calçadas e ruas e se fiscalize esta situação. Por enquanto vamos ter que conviver com a desfaçatez dos donos dos animais que fingem que não estão vendo. A salvação são as plaquinhas cínicas que podem impor uma certa vergonha aos que ainda têm consciência.
PAULO AFONSO MAGALHÃES NOLASCO (advogado) - Londrina
Pedágio aqui e lá
Por muitas vezes escrevi nesta coluna a respeito do pedágio, inclusive comparando com o de São Paulo. Falei com vários deputados a respeito e nada. Fiquei feliz em ler o ''Insegurança nas estradas do Paraná'', do jornalista deste jornal, Edson Pereira Filho, que paulista que é, sabe do que falo. Quem sabe a FOLHA, com sua importância para o Paraná e o Brasil, resolva fazer uma matéria comparando o modelo de pedágio de São Paulo e do Paraná. Tenho certeza de que, se não conseguirmos fazer o modelo paranaense ''ilegal'' vamos rotulá-lo de ''imoral''.
WALDIR DE OLIVEIRA (caminhoneiro) - Barbosa Ferraz
Perguntas sem respostas
Por que os suspeitos da morte da estudante Amanda Rossi foram pegos somente agora, mesmo com todos morando no mesmo bairro da instituição onde ocorreu o crime e sendo frequentemente vistos por pessoas que vão à faculdade? O depoimento de uma pessoa viciada deve ter tanta validade assim? Será que não pode ser uma espécie de vingança dessa ''testemunha ocular''? Por que somente agora ela resolveu contar o que sabe e viu? Salvo engano, a perícia constatou marcas de dedos femininos do pescoço da vítima, o que contradiz o depoimento da ''testemunha'' que diz ser um homem que esganou a estudante. Por que esse processo corre em segredo de Justiça? Teria alguém algum interesse em abafar o caso?
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (estudante) - Londrina





