CARTAS
Desafio ao prefeito
O prefeito Nedson afirmou na reportagem ''Micheleti deixa 'desafios' para o próximo prefeito'' (Opinião, pág. 3, 21/12) que o problema das pedras soltas no Calçadão está praticamente resolvido e ainda insinuou que o problema dos camelôs nas ruas era coisa do passado. Desafio o prefeito a andar na Rua Sergipe, nas proximidades da Mato Grosso, e dar cinco passos apenas em que não aviste um buraco. Desafio ainda a encontrar um destes quarteirões livre de ambulantes. Alguém deve ter contado alguma dessas mentiras para o prefeito e ele as tomou como verdade, uma vez que ele não tem como saber pois nunca tem coragem de sair de sua toca.
RAFAEL TELÓ (comerciante) - Londrina
Legado de Nedson
Com relação à matéria ''Micheleti deixa 'desafios' para o próximo prefeito'' (Opinião, pág. 3, 21/12), o quase ex-prefeito Nedson Michileti deixará certamente como legado polêmicas em relação à sua administração e sua personalidade. O conceito de bom ou mau prefeito consolida-se com o tempo. Enquanto as paixões estiverem afloradas é prematuro julgá-lo. O que se sabe hoje concretamente é que sua taxa de rejeição é alta , o que influenciou diretamente no resultado da última eleição.
WALTER COSTA BARROSO (cirurgião-dentista) - Londrina
O que é pior?
Apesar de concordar com as críticas do sr. Marcelo Cassa, presidente da Acil, a respeito do futuro do Nedson Micheleti na matéria ''Para Acil, faltou 'liderança''' (Política, pág. 4, 21/12), pergunto o que foi feito até agora na atual administração da Associação Comercial e Industrial de Londrina? Um Natal sem nenhuma campanha, sem criatividade, um Natal literalmente apagado onde as luzes do Calçadão fizeram com que o brilho da data mais importante do ano ficasse às escuras. E no dia em que o comércio abriu as portas até mais tarde para recepcionar a primeira edição da Feira do Empreendedor, a CMTU não foi informada pela Acil, pois após as 18 horas um caminhão estava jogando ácido no Calçadão para fazer a limpeza. Londrina realmente merece melhores administrações.
RODRIGO MENDES CASAGRANDE (empresário) - Londrina
Pergunta ao juiz
Faço uma pergunta ao juiz que liberou a liminar e a advogada de defesa dos formandos de Medicina da UEL: se seu filho ou alguém muito querido estivesse em um leito de hospital, com as mínimas condições de dignidade, e pessoas adentrassem o local causando algazarra e mais dor aos pacientes, ainda assim teriam coragem de defendê-los? Penso que os nomes destas pessoas devem ser divulgados e que a sociedade democrática faça seu próprio julgamento, já que alguns juízes ignoram atos de desrespeito a maioria em prol de alguns poucos abastados, poderosos e mais do que nunca protegidos.
WENDEL ROBERTO BORGES (gerente corporativo) - Londrina
Educação
Será que é justo num país como o Brasil o dinheiro dos impostos bancar universidade de graça para pessoas abastadas da sociedade? O dinheiro não deveria ser canalizado para a base de ensino médio e profissionalizante, investindo nas crianças e adolescentes? Nos cursos mais concorridos a maioria dos estudandes é da classe A e pode pagar pelos estudos. Quem que não tem condição pode fazer um crédito educatico. Na Argentina, Inglaterra e outros países não têm universidade gratuita. Investir sim em educação, mas a prioridade deve ser na base.
EDER DEL PICCOLO SANTINI (comerciante) - Londrina
Correção
- A nota Ética, publicada sábado (20/12), na coluna Luiz Geraldo Mazza, refere-se ao Hospital Evangélico de Curitiba.





