À saúde da Santa Casa

A Associação Médica de Londrina, em nome de seus quase 900 médicos associados, solidariza-se com a direção e corpo clínico da Santa Casa de Londrina, rogando aos nossos representantes dos Poderes municipal, estadual e federal para que os recursos da ordem de R$ 26 milhões sejam empenhados a tempo de promover a finalização do projeto proposto em 1993: a criação de 125 novos leitos gerais e de outros 40 leitos de UTI, entre outros benefícios gerados à população que necessita de pronto-atendimento qualificado, assim como a criação de 900 novos postos de trabalho na cidade. A AML solicita encarecidamente aos nossos parlamentares que atuam na esfera federal, inclusive ao ministro do Planejamento Paulo Bernardo, para que continuem a cumprir o papel de cidadãos londrinenses que são, cobrando do ministro da Saúde uma assinatura que para todos nós é prioridade há 15 anos.

ANTONIO CAETANO DE PAULA (médico e presidente da Associação Médica de Londrina)


Santa Casa e a sociedade

Dias atrás tive a imensa satisfação de comprovar mais uma vez o envolvimento das pessoas, londrinenses ou não, com causas nobres da sociedade. Entre elas a saúde dos menos privilegiados economicamente. Um termômetro disso é a adesão de empresários e convidados em geral aos eventos realizados pelo Grupo de Apoio Pró-Vida em prol da Santa Casa de Londrina. As voluntárias do Pró-Vida se dedicam muito. Mas isso é insuficiente. Londrina precisa de uma Santa Casa maior e melhor estruturada para atender ao grande número de pacientes, principalmente, que usam o Sistema Único de Saúde. Fico feliz em saber que o ministro Paulo Bernardo e outros políticos estão empenhados em liberar as verbas para a ampliação desse hospital. Isso significará mais saúde, mais empregos, mais desenvolvimento para Londrina e região.

REGINA NINNO MUNIZ (advogada presidente do Grupo de Apoio Pró-Vida) - Londrina


Até quando?

A Justiça Eleitoral só trata de assunto que lhe é afeto e, mesmo assim, não dá conta. No último pleito, 47,5% dos candidatos estavam com problemas na Justiça Eleitoral ou comum e, mesmo assim, conseguiram liberação para se candidatarem. Não seria mais lógico e digno mandá-los limpar suas fichas primeiro para depois se canditarem? É, mas eles não pensam assim! Por favor senhores, se não têm capacidade e moral, entreguem seus cargos a pessoas que têm sangue de brasilidade nas veias!

WILSON OLIVEIRA TRINDADE (estudante de Direito) - Londrina


Pedágio

Não sou contra o pedágio, mas sim contra essa tarifa espoliadora que somos obrigados a pagar e ter que conviver por 25 anos contribuindo com essa insanidade imposta por um contrato leonino assinado pelo governo do Paraná. Na praça de pedágio entre Andirá e Cambará, a população paga R$ 9,70 para transitar de uma cidade a outra. Um absurdo. A balança da lei quase sempre pende para o lado das concessionárias. É hora de o Ministério Público, legítimo representante do povo, acampar mais uma tarefa e, assim como fez contra políticos corruptos, defender os usuários de rodovias do Paraná.

YOCHIHARU OUTUKI (engenheiro agrônomo) - Itambaracá


Correção

- Diferente do que foi publicado na matéria ''CEI pede apoio para continuar funcionando'' (Folha Cidades, pág. 4, 28/11), o número do telefone do Centro de Educação Infantil Milton Gavetti é 3334-1740.

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