CARTAS
Injustiça da Justiça
É uma injustiça o que está ocorrendo em Londrina. O TSE está proporcionando aos londrinenses um final de ano repleto de dúvidas. Por se desconhecer o próximo prefeito, o planejamento de Londrina está prejudicado e, o pior, todo esse desrespeito do TSE tem dividido as opiniões da população, o que implicará para o futuro comandante muitas dificuldades em administrar a cidade. Novas empresas com perspectivas de virem para cá, rumarão para outros municípios e atuais empresas pensarão duas vezes antes de aumentarem seus investimentos.
ADONIRO PRIETO MATHIAS
(contabilista) - Londrina
Mobilização da sociedade
A única saída para resolver esse impasse em Londrina é a mobilização da sociedade. Onde estão as organizações (OAB, Mãos Limpas, sindicatos, igrejas, etc.) que em diversos momentos mobilizaram a sociedade? É hora de organizar a sociedade para cobrar uma definição sobre a situação política de Londrina. Não votei em um vereador para ser prefeito temporário. Londrina quer uma definição, seja ela qual for. Justiça sim, descaso não!
DEODATO JOSÉ TANUS
(empresário) - Londrina
Questão de educação
Não é preciso que o poder público vá até as residências dizer aos moradores como devem cuidar do lixo, que deixem garrafas com a boca para baixo evitando o acúmulo de água, que tampem a caixa dágua, que evitem despejar entulhos em terrenos baldios, que não atirem restos de alimentos, latas, garrafas de dentro do seus veículos, pois estes meios são propícios à proliferação do mosquito da dengue. Os agentes da dengue têm feito hoje o papel do catador de lixo. Se todos seguissem as orientações dadas, teríamos uma cidade com melhor qualidade de vida e uma doença a menos, pois a dengue mata.
ÁLVARO ALVES PEREIRA
(servidor público) - Londrina
Sem limites
Ibiporã está vivendo tempos difíceis em matéria de ordem pública e segurança. Vândalos destroem a arborização, vidraças de lojas e toldos, há tráfico de drogas, especialmente nas escolas, assaltos em plena luz do dia, etc. São pessoas sem limites, sem educação e sem família que não tiveram um pai ou uma mãe para dizer não para mudar a direção, dar amor e atenção e agora não têm objetivo na vida. O pior é que não há ninguém para puni-los. A certeza da impunidade os impulsiona ainda mais para o crime, enquanto o cidadão de bem vive cada vez mais oprimido e inseguro.
OSVALDO MARCONATO BOSI (microempresário) - Ibiporã
- As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]





