CARTAS
Quem pode mudar Londrina?
Temos ouvido palavras esvaziadas de sentido durante a campanha eleitoral. Os fatos do passado não correspondem ao discurso atual. Toda complexidade de uma eleição se transformando numa linguagem empobrecedora da ciência política, em que o novo prefeito poderá ser eleito por uma oposição mecânica entre ricos e pobres, dividindo a cidade em ''a favor'' do povo, do pobre, da criança, do idoso, e ''contra'' o povo. Porém, temos o poder para mudar a situação. Portanto, não se omita!
INÊS WOLFF (nutricionista) - Londrina
Raiar de um novo tempo
A economia mundial precisou chegar à bancarrota para mostrar que o caminho não era o do bem. Trilhões de dólares flutuavam por um mercado ilusório. Se todos somos filhos de Deus, por que uma minoria, que parecia soberba conseguia tripudiar sobre os desvalidos? Não é hora de refazermos os conceitos e dividirmos de maneira mais equitativa o pão, como o Pai nos ensinou?
EDSON MEDARDO SCARCHETTI (estudante de Teologia) - Londrina
Sinalização de avenidas
As avenidas Harry Prochet, Goiás e Ayrton Senna ficaram muito bonitas, mas a Prefeitura esqueceu de colocar as placas que indicam os acessos que estas vias oferecem. Quem não conhece a cidade encontrará dificuldades. A colocação de placas embelezaria muito mais esses locais. Nas outras ruas é comum encontrar galhos de árvores que impedem a visualização das placas, demonstrando falta de cuidado.
RUBENS FERREIRA DIAS JUNIOR (veterinário) - Londrina
Hospitais e o SUS
Com relação à opinião do reitor da UEL, Wilmar Marçal (''Restabelecer uma saúde mais humana'', Espaço Aberto, pág. 2, 19/10), como médico e diretor de hospital gostaria que os recursos para a prestação dos serviços de saúde fossem suficientes e disputados entre hospitais públicos e privados. Hoje importa se somos ou não eficientes, se atendemos mais e com qualidade, se o cliente está satisfeito. Tudo isso depende muito mais de gestão. A iniciativa privada trabalha com indicadores de qualidade. Que tal aplicarmos estes indicadores também no serviço público e fazer a distribuição dos recursos do SUS de acordo com estes indicadores e não com o superado dilema público x privado?
LUIZ SOARES KOURY (médico e diretor do Hospital Evangélico) - Londrina
Pescadores sem peixes
Oportuna a reportagem ''Pescadores sem peixes'' (Folha Cidades, pág. 1, 21/10). Gostaria de acrescentar que a culpa da falta de peixes não é dos donos de chácaras e muito menos de seus ''convidados de fim de semana''. Muitos ''pescadores profissionais'' deixam redes de medidas ilegais em locais proibidos, em épocas proibidas, acarretando pesca de espécies de tamanhos impróprios para o comércio. Isso resulta em peixes pequenos mortos boiando nas represas. Cabe ao IAP uma fiscalização mais efetiva.
KAREN AOKI ROMERO (professora) - Londrina





