Filhos especiais
Não pude conter as lágrimas ao ler o artigo ''Filhos tão especiais'' (Espaço Aberto, pág. 2, 12/10), escrito pela jornalista Phoenix Phinardi. Como mãe de um adolescente especial, sinto exatamente o relatado no texto. Porém, agradeço a cada dia que amanhece por estar ao lado de meu filho e pela alegria que ele me proporciona. Obrigado por lembrar de nós, pais e filhos especiais.
LINDAMIR PEDRON MILLEZI (servidora pública) - Londrina



Árvores condenadas?
Enquanto dezenas ou centenas de pedidos de poda ou corte de árvores são esquecidos ou recusados pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema), assistimos incrédulos o corte das árvores da Praça Rocha Pombo com a justificativa de revitalização da praça e de que elas estariam condenadas. Como tudo que aconteceu e acontece nesta administração, usam-se dois pesos e duas medidas. Quando convém, as árvores são retiradas pura e simplesmente; quando não convém, há a morosidade e desrespeito ao cidadão como relata a matéria ''Moradores do Califórnia reclamam de descaso'' (Folha Cidades, pág. 1, 16/10) na qual um senhor com renda mensal de R$ 420 teria que pagar R$ 200 para retirar uma árvore que está lhe causando transtornos. Será que as árvores da praça estavam mesmo condenadas?
EDNA HERMETO DOS SANTOS (conselheira tutelar) - Londrina



Erradicação de árvores
O secretário do Meio Ambiente, Gerson da Silva, argumenta que há uma fila de espera que dá prioridade aos casos mais graves. ''Se o pedido já foi aceito, faremos a erradicação conforme nossa agenda. O corte imediato só é feito quando constatamos perigo iminente de queda. Caso contrário, não há previsão'', disse ele na reportagem ''O que caracteriza uma árvore condenada?'' (Folha Cidades, pág. 1, 16/10). Essa resposta nunca deveria ser dada por uma pessoa cujo salário é pago com o dinheiro da população. Pelo que se pode entender de seu raciocínio, o perigo de uma árvore cair sobre um muro, um carro ou uma casa é irrelevante. Ele deveria consultar um dicionário e ver o significado da palavra ''iminente''.
JOÃO MARIA DOS SANTOS (aposentado) - Londrina



Delinquência juvenil
Esclarecedora a reportagem ''Delinquência juvenil não escolhe classe social'' (Opinião, pág. 3, 16/10). Parabéns ao jornalista Thiago Nassif por abordar de forma tão clara e direta tema tão delicado. ''Os pais precisam estar em cumplicidade com a escola e as regras de boa conduta....'' e o ''eu em detrimento do outro'' ocorrem diariamente, criando a ilusão de que precisamos aceitar novas condutas como normais. Não são. Como foi citado pela psicóloga Myrna Coelho, a escola desempenha papel fundamental na formação cultural e de comportamento moral e social de crianças e adolescentes. E precisa que os pais estejam sempre alertas aos primeiros desvios e cuidar para que nossos filhos mantenham-se em conduta moral e social correta e justa, evitando assim cidadãos desprovidos de respeito, educação e compaixão.
KAREN AOKI ROMERO (professora de Natação) - Londrina



Pagadores de impostos
Se o que diz na matéria ''Brasileiro vive para pagar impostos'' (Folha Economia, pág. 3, 16/10) for verdade, ou o povo brasileiro não sabe dela ou é uma hiena. Como pode, então, aprovar o Governo Lula em quase 90%? Existe alguma coisa errada. Por que será que o governo tem de nos dar segurança, saúde, escola se estes quase 90% estão satisfeitos? Parabéns ao povo brasileiro, eleito mundialmente um verdadeiro ''mágico''.
HÉLIO APARECIDO CORDON DELIBORIO (comerciante) - Londrina

mockup