CARTAS
Para o capital tudo
Em meio ao sobe e desce das bolsas mundo afora, surge a seguinte questão, abordada com extrema maestria por este maravilhoso jornalista Luiz Geraldo Mazza (Política, pág. 4, 10/10): para o capital tudo, já para combater a fome no mundo nada. Gostaria que o jornalista comentasse o assunto com mais profundidade e aproveitasse para enaltecer o trabalho dos produtores de alimentos que sofrem sem apoio dos governos e quando entram em dificuldades financeiras, normalmente decorrentes de políticas mal elaboradas, ainda são chamados de caloteiros. Vejam a contradição, o capital especulativo que produz miséria, principalmente nos países emergentes, mereceu socorro imediato.
JUSTINO CORREIA FILHO (técnico agropecuário) - Bela Vista do Paraíso
Moradores de rua
Gostaria de saber qual o tipo de trabalho realizado pela Secretaria de Assistência Social ou de algum outro projeto em relação à retirada e assistência aos moradores de rua em Londrina. Percebe-se que de um tempo para cá houve um aumento significativo dessas pessoas sem moradia em nossa cidade. Um caso que chama a atenção é o do senhor que fica há muito tempo no cruzamento das ruas Tremembés e Av. Dez de Dezembro. Além de criar uma má imagem de nossa cidade para quem chega, ele oferece risco a ele próprio e aos motoristas que por ali trafegam. Será que existe um trabalho para saber de onde vieram e o motivo de estarem morando nas ruas? Talvez, fosse conveniente buscar as famílias dessas pessoas e, no caso de menores, penalizar os pais.
EDVALDO MACIEL DE FRANÇA (operador de financiamento) - Londrina
Valorização dos feriados
Com relação à matéria ''Brasileiro não valoriza os feriados'' (Opinião, pág. 3, 12/10), é inevitável questionarmos sobre a valorização dos feriados e a responsabilidade das escolas como agentes de transformação de valores e significados. Mas como explicá-los conscientemente numa sociedade onde até mesmo a data tida como de seu descobrimento, 22 de abril, não é feriado? E a valorização do civismo?
EGISLANE ALZIRA BERNARDO SILVA (professora) - Londrina
Redução da aposentadoria
Como se pode admitir a privação dos direitos adquiridos? Como admitir a opção de desconto de INSS em níveis diferentes para ter os direitos correspondentes e depois reduzir esses direitos adquiridos de quem pagou por isso, sem qualquer contrapartida? Assim é a aposentadoria de quem descontou sobre 10 salários mínimos para ter o direito de receber oito e vêem os seus proventos reduzidos a três ou quatro mínimos. Temos visto muito segmentos reivindicar reposição de direitos perdidos por força de planos injustos que os governos têm imposto e são atendidos, e nós, aposentados lesados com a privação dos nossos direitos, vamos continuar calados? Proponho que façamos uma associação para defendermos nossos direitos.
ABEL AGAPITO DE FREITAS (aposentado) - Londrina
Sugestão
Gostaria de sugerir às lojas e supermercados que colocassem dispositivos para se testar o funcionamento dos aparelhos elétricos, pois as informações que constam nos manuais nem sempre correspondem à prática. Uma demonstração falicitaria muito ao usuário a manejar o aparelho corretamente. Espero que atentem para essa necessidade.
IRENE CRUZ CORRÊA (dona de casa) - Londrina
Correção
- A matéria ''Águas de Maio: um pedaço do paraíso no Norte do PR'' (Folha Imobiliária, pág. 28, 12/10) foi publicada incompleta. Por uma falha técnica foram anexados à matéria dados de outra reportagem sobre a empresa MQA-Par Comércio e Serviços. As duas matérias serão publicadas na íntegra durante a semana.





