CARTAS
'Gente do barulho'
Se existe regras para a tolerância de volume de som (70 decibéis durante o dia e 60 decibéis à noite) segundo o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), por que somos importunados diariamente por supermercados e lojas tradicionais da cidade? Há ainda ambulantes com veículos com alto-falantes potentes que ignoram a lei e apregoam seus produtos com volume muito acima do permitido. E agora no período eleitoral os candidatos com juras e promessas demonstram o seu apreço pela lei e a ordem a todo volume nas vias públicas. Se existisse o mínimo de fiscalização seria muito fácil conciliar o fato à materialidade, segundo palavras do chefe do IAP, sem jogar o ônus da denúncia para o pobre cidadão já fragilizado por outras mazelas.
ANTONIO CARLOS COTRIM (comerciante) - Londrina
Promessas x incoerência
O horário eleitoral gratuito todos os dias insiste em invadir nossas poucas horas de lazer trazendo um desfile de generosas propostas de nossos políticos, cada qual com sua genial idéia que irá revolucionar a história da política do nosso município. Essas boas intenções oferecidas diariamente me lacrimejam de emoção. Não será mais fácil acreditar na mula-sem-cabeça? Quando assistirmos à propaganda eleitoral temos que analisar concretamente a proposta de cada candidato e ver se são exequíveis. Pergunte ao candidato que lhe pede voto qual é o plano de governo, quais as melhorias que eles têm a oferecer para o seu bairro. Assim, estaremos participando ativamente do processo democrático e ajudando na melhora do país.
PABLO EDUARDO SOLLER (advogado) - Londrina
Descaso com nossos hinos
Acompanhei o desfile da Independência domingo na Avenida Leste-Oeste e, como sempre, o prefeito Nedson não apareceu. Foi executada apenas a primeira parte do Hino Nacional e ninguém cantou. E o Hino de Londrina foi tocado como se fosse uma música qualquer durante a passagem de uma escola infantil. Espantoso!
ANA PAULA MELO (atendente de marketing) - Londrina
Mau exemplo de Lula
Pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Cardiologia revelou que, em São Paulo, mais de 60% dos estudantes que fumam iniciaram o vício antes dos 14 anos. Na origem desse comportamento está, certamente, a imagem de pessoas bem-sucedidas fumando. Artistas, atletas e outros. Talvez, não haja imagem mais forte que o nº 1 do país: o presidente da República. O impacto da recente declaração do chefe da nação brasileira em relação ao tabaco tem potencial efeito devastador sobre esses jovens. Lamentável.
JOSÉ LUIZ GOMES DO AMARAL (presidente da Associação Médica Brasileira) - São Paulo
Água potável
Na matéria ''Consumidores são fiéis às marcas'' (Folha Economia, pág. 1, 10/09), a professora universitária Emília Barão afirma que não acredita que o tratamento feito pelas empresas de saneamento seja suficiente para que a água da torneira fique realmente pura. A Sanepar esclarece que, de acordo com a classificação química, a água é pura quando contém apenas moléculas de H20. Por não ter sais minerais, a água pura é imprópria para consumo humano. A água distribuída pela Sanepar segue rigorosamente todos os critérios de potabilidade exigidos pelo Ministério da Saúde (Portaria 518, de 2004). A Sanepar faz o tratamento e a cloração da água, atendendo a determinações do Ministério da Saúde e da Organização Mundial de Saúde. Análises laboratoriais feitas diariamente, como determina a Portaria, atestam a qualidade da água distribuída até o cavalete de cada imóvel.
UNIDADE DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA SANEPAR - Londrina





