Horário político
A democracia tem dessas coisas. Ao mesmo tempo em que a informação é uma necessidade para todos, somos ''praticamente obrigados'' a assistir às bizarrices e caricaturagens que o horário político nos oferece. O desconforto já começa pelos horários, justamente os que a gente tem para dar uma parada e relaxar após o trabalho ou a escola. As informações repassadas me parecem inócuas. Aquelas que a gente aprendeu a não acreditar muito, pois depois que a eleição é ganha, o discurso muda quase completamente. Quem perde com esse modelo de propaganda política somos nós (eleitores) e também os candidatos com propostas aplicáveis e honestas, infelizmente uma minoria. Resta a opção do controle remoto para os poucos que têm o privilégio de ter TV por assinatura. Para quem não tem, o botão ''off/desliga'' vai fazer o maior sucesso, muito mais que os personagens do programa.
WALTER ABOU MURAD (biomédico e professor) - Londrina

Seleção brasileira
Pelé está certo, se ele estivesse jogando em Pequim o Brasil traria esta inédita medalha de ouro no futebol. O menos culpado desta vergonha é o técnico Dunga. Por que não formar uma seleção somente com jogadores que atuam no Brasil, deixando de lado os mercenários europeus que saem do país para ganhar dinheiro e não honram a camisa da seleção? O técnico não quer ou não pode convocar estes jogadores ou será que os patrocinadores dos mercenários obrigam a convocá-los (fico com a segunda)? Quanta saudade do tempo que jogador de seleção jogava por amor a camisa e não pelo dinheiro.
FERNANDES JOAQUIM DE MELO (microempresário) - Londrina

Violência e indignação
Coração de pedra, sem sentimento e sem dignidade, que fere, mata uma pessoa como o empresário Rinaldo Oliveira Silva. Por quê? Por falta de bom senso, respeito, justiça? De quem é a culpa? Será das autoridades, dos governantes ou dessa sociedade que perdeu leis e valores, principalmente, o da família cristã? Com muita indignação diante de tal tragédia, resta apenas pedir a Deus que abençõe e conceda o dom da sabedoria aos familiares e amigos do Rinaldo para que continuem a caminhada fortalecidos na luz da fé e da esperança.
ANA CARLA SITTA (fonoaudióloga) - Londrina

Camisinhas nas escolas
Sobre a matéria ''Homens ainda têm vergonha de comprar preservativos'' (Opinião, pág. 3, 30/07), apesar de não concordar, sugiro ao professor Ricardo Desidério que solicite ao diretor da escola a instalação da máquina de camisinhas em uma sala especial. O professor diz que é católico e como tal deve conhecer o 6º mandamento da Lei de Deus. É papel da escola fornecer preservativo? Será que isso vai melhorar a qualidade do ensino? Como pode um aluno aprender Matemática, Português e outras matérias se a cabeça dele está cheia de sexo''?
FRANCISCO PIETREK (professor aposentado) - Londrina

Ilece agradece
O Instituto Londrinense de Educação para Crianças Excepcionais (Ilece) agradece à FOLHA pela valorosa contribuição dada na divulgação do VI Campeonato Estadual de Tênis de Mesa Especial. Essa atitude enaltece em muito o nosso trabalho, beneficiando assim as pessoas com deficiência.
INSTITUTO LONDRINENSE DE EDUCAÇÃO PARA CRIANÇAS EXCEPCIONAIS - Londrina

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