Dinheiro público no esgoto
Com relação à matéria ''Estudo aponta caixa para mais afastamentos'' (Política, pág. 4, 29/07), é lamentável ver o dinheiro sofrido do povo de Londrina saindo pelo esgoto. Até quando essa vergonha vai perdurar? Seria interessante que o Controlador da Câmara nos prestasse conta do que de útil os nossos edis fizeram ao Município. Será que justifica essa pequena fortuna? Quem sabe possamos dar uma resposta à altura no próximo pleito.

MIGUEL CARLOS TÓFANO (músico) - Londrina


Gastos com vereadores
Sobre a matéria ''Estudo aponta caixa para mais afastamentos'' (Política, pág. 4, 29/07), explicações é o que não faltam mas convencer a população jamais! Esses gastos abusivos com vereadores afastados é um tremendo absurdo! É legal mas só quem veste a camisa da justiça consegue ver o tamanho da imoralidade.

NELSON MEIRA DA SILVA (técnico em telecomunicações) - Londrina


Devolvam os salários
Salário é a contrapartida do trabalho realizado. Em função do afastamento do trabalho dos vereadores Flávio Vedoato (PSC), Osvaldo Bergamin (sem partido) e Renato Araújo (PP), eles não deveriam ter direito ao recebimento dos salários. A Justiça, porém, vê de forma diferente. Senhores vereadores, apesar desse recebimento ser legal ele é totalmente imoral. Devolvam os salários!

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) - Londrina


Polêmica das ONGs
Parabéns à FOLHA por expor a questão da transparência e ética das ONGs (''ONGs e Oscips, soluções ou problemas'', Economia, pág. 2, 25/07). É decepcionante saber que algumas não fazem jus ao nome e aos repasses milionários que recebem. Mas o que me alegra é saber que algumas ONGs dirigidas por pessoas e empresas éticas, socialmente responsáveis e comprometidas com o desenvolvimento sustentável e o bem-estar das pessoas cumprem com maestria a missão que lhes é dada. Não é justo que se caia na generalização. O que falta é uma maior fiscalização sobre as ONGs não idôneas.

MAURICIO DONAVAN RODRIGUES PANIZA (estudante de Administração) - Londrina


Veto a donos de prostíbulos
Fiquei embasbacado ao ler a matéria ''Vetadas candidaturas de donos de 'casa de prostituição''' (Política, pág. 5, 29/07). Como o juiz pôde fazer isso? Há prostíbulos no Brasil? Engana-se este juiz, pois a prostituição é proibida por lei. Daqui a pouco vão querer impedir bicheiro de bancar campanhas eleitorais de candidato do Rio de Janeiro e outras cidades.

MARCIO DICESAR BENASSI (aposentado) - Sertanópolis


MS esclarece
Em relação à matéria ''Falta de recursos prejudica tratamento de renais crônicos'' (Opinião, pág. 3, 27/07), esclarecemos que o Sistema Único de Saúde presta assistência aos portadores de insuficiência renal crônica, com destaque para o custeio da terapia renal substitutiva, administrada nos estágios mais avançados da doença. Existem 663 prestadores de serviços na área, com 68.019 pacientes atendidos em 2007. Mais que dobrou o volume de investimentos para garantir o acesso da população ao tratamento: em 2000, o custeio deste serviço foi de R$ 600 milhões. Em 2007, o valor foi R$ 1,4 bilhão. O Ministério da Saúde (MS) ainda reajustou a sessão de hemodiálise em 2005 e definiu que os limites financeiros destinados aos estados e municípios devem ser reajustados, em média, a cada quatro meses. Além da ampliação de repasses e de linhas de financiamento, o MS também aperfeiçoou o modelo de atenção integral à pessoa que passa por terapia renal substitutiva, o que inclui ações de promoção, prevenção, tratamento e recuperação.

PRISCILA LAMBERT (assessora de imprensa do Ministério da Saúde) - Brasília (DF)

mockup