Rouba mas faz
Não existe nada mais deplorável que a famigerada frase usada como slogan de campanha: ''Rouba mas faz''. O criador foi o senhor Ademar de Barros, em São Paulo. Paulo Maluf foi seu melhor aluno. Se fez alguma coisa, não cumpriu nada mais que seu dever. Se roubou deve pagar por seus crimes. Infelizmente, existe uma tendência de tolerância ou mesmo uma institucionalização da corrupção no Brasil. A demora judicial, recursos e a certeza da impunidade favorecem esses monstrengos infiltrados na vida política. O roubo não é só quando tira valores materiais dos caixas públicos em maracutaias sem fim, mas também quando destrói valores morais, aviltando dignidades, acabando com esperanças, fechando as portas da Justiça para um mundo melhor. Todas essas consequências são resultantes da prática delituosa do roubo. Em Londrina, não podemos tolerar esse tipo de justificativa na hora de votar sob pena de termos que pagar pelos nossos próprios pecados.

WALTER COSTA BARROSO (cirurgião dentista) - Londrina


Deus é fiel
Alguém duvida disso? Existem alguns pastores por aí que não que levam muito a sério essa verdade universal! Não têm o mínimo de temor a Deus. São adeptos dos dizeres: ''Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço!''. São cabos-eleitorais ferrenhos de candidatos que não têm compromisso nenhum com a fidelidade, honra, justiça, moral e ética. O Evangelho diz: ''Buscai primeiro o reino de Deus, e tudo mais vos será acrescentado''. Jesus também disse a seus apóstolos: ''Ide pelo mundo e pregai o Evangelho a todas as criaturas!''. Portanto, meus irmãos pastores, não levem seu rebanho para o Inferno! Se não credes na Justiça dos homens, pelo menos creia na justiça divina.

WILSON OLIVEIRA TRINDADE (estudante de Direito) - Londrina


Assim caminha a humanidade
Os jovens sem parâmetro, com televisão, computador, celular e bebida, sem limitador, compõem o panorama falso de liberdade desmesurada. A droga campeia leve e solta por nossas cidades. Se continuarmos deixando nossos adolescentes decidirem o que eles vão fazer, sem orientação mais firme, com certeza não sairá coisa boa, pois a tentação do caminho do mal é enorme. Se não corrigirmos esta postura, e o momento é este, dentro de pouquíssimo tempo o corpo fiel de nossa sociedade, os homens de escol, não serão mais guiados pelos sentimentos de dignidade e honradez em suas decisões, pois suas análises serão sempre afetadas pelo consumo de drogas ''lícitas'' ou ilícitas.

EDSON MEDARDO SCARCHETTI (estudante de Teologia) - Londrina

Índios abandonados
Na reserva de mata entre o Conjunto Cafezal IV e o Acapulco, mais de 30 índios, entre crianças, mulheres e idosos, estão abandonados. E cadê o poder público? Onde se encontram as assistentes sociais que receberam 70% de aumento em seus vencimentos para cuidarem dos problemas sociais? E a Funai? Para esses pobres coitados não há direitos humanos? Estão vivendo do artesanato que vendem e dos donativos da comunidade. Porém, estão ao relento sem as mínimas condições de sobrevivência, sem água, abrigo decente e banheiro. E além de tudo ocasionaram um dano ambiental: derrubaram árvores nativas para acampar. Cadê a fiscalização da Secretaria Municipal do Meio Ambiente? Que as autoridades públicas cumpram com suas obrigações e dêem melhores condições de vida para os nossos indígenas.

CÉLIO CAMILO (servidor público) - Londrina

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