Lei que salva vidas
Num momento que questionamos as atitudes de todos os poderes nacionais, a Lei Seca surge como uma unanimidade, demonstrada pelas estatísticas nacionais: ela salva vidas! Sou médico, trabalho em pronto-socorro e estou cansado de atender vítimas etilizadas e vítimas de acidentes causados por pessoas etilizadas. A velha desculpa ''ele é uma pessoa de bem, só bebeu dessa vez'', não tem mais vez. Se a lei ainda não pegou melhor em Londrina, é pela falta de mais etilômetros para atuação policial. Aliás, o uso do etilômetro não fere os direitos de ninguém, mas o fato de dirigir embriagado fere o direito a vida de todos.

MANOEL JOSÉ DE ARAUJO FILHO (médico) - Londrina


Álcool e direção não combinam
Não há mais o que contestar. Após completar um mês de vigência, a Lei Seca ratificou aquilo que fingiam desconhecer: álcool e direção não combinam. Os acidentes e mortes decorrentes de acidentes de trânsito em que motoristas haviam ingerido álcool, diminuíram em mais de 50%. Que a lei seja mantida da forma atual. Ou, se sofrer alterações, que venham para impor mais rigor.

HABIB SAGUIAH NETO (bancário aposentado) - Marataízes (ES)


Pista de skate abandonada
Nos finais de semana ando de skate para me distrair e praticar algum esporte. Porém, é revoltante ver que a pista de skate do Centro Social Urbano (CSU), na Vila Portuguesa, está abandonada. A pista é recente, as obras foram concluídas em 2006. Os problemas afetam a área destinada ao street skate e o canyon. Por não estar sendo iluminada à noite, marginais a utilizam para usar drogas. Todo final de semana há cacos de vidro e muito lixo no local. Com investimento de R$ 162 mil, a pista deveria estar em melhores condições e apresentar limpeza regular. Afinal, crianças e famílias também frequentam o local. Nos dias chuvosos, a pista vira uma piscina pois os ralos estão entupidos. Isso poderá quebrar o piso, impossibilitando a prática do skateboard.

KOOKI MIYAMOTO (publicitário) - Londrina


Direito à defesa
O procurador da Câmara, Airvaldo Stella Alves, tem razão. O mínimo que se espera em um Estado democrático é que a pessoa (pública ou não) para ser afastada de sua função tenha o direito de ser ouvida. O princípio da inocência deve valer para o político e o não político. Afinal, afastar uma pessoa de sua função pública sem o devido processo legal, sem direito a defesa, não é, pelo que aprendi, um ato democrático.

MARCOS ROGÉRIO RATTO (presidente interino do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Londrina) - Londrina

Montando a lona
Ao acusar a Polícia Federal de estar transformando o Brasil num Estado policialesco aos moldes da União Soviética, o ministro Gilmar Mendes somente alertou a população que direitos e deveres garantidos pela Constituição estavam sendo afrontados pela polícia de Tarso Genro. Com isso só ganhou um desgaste enorme à sua pessoa e à imagem do STF, incompreendido que foi. Agora a CUT e órgãos estudantis estão nas ruas de Brasília colhendo assinaturas para um manifesto pedindo o impeachment do ministro. Ora, a meu ver está sendo montado o circo para levar novamente às ruas a massa inconsciente movida por profissionais militantes caras-pintadas, o que acabaria por provocar a fragilização do STF e uma grave crise institucional, o que bem justificaria um ''providencial'' golpe de Estado que levaria ao terceiro e definitivo mandato para Lula. Será que o caso Dantas não é a lona que está sendo erguida para montar o circo PT-Brasil?

MARA MONTEZUMA ASSAF (empresária) - São Paulo


Correção
O Ministério Público Eleitoral (MPE) do Paraná corrigiu ontem parte dos números divulgados a respeito dos pedidos de impugnação contra candidatos em todo o Estado. Ao contrário do que foi publicado na edição de ontem (Política, pág. 5), o município de Ibaiti teve um pedido de impugnação feito pelo MPE. Em Conselheiro Mairinck, foram dois pedidos de impugnação e em Japira foram três pedidos de impugnação.

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