Onde estão os caras-pintadas?
  O que aconteceu com eles? Sumiram? Por ocasião do impeachment do Fernando Collor estava todo mundo ali ‘‘colorindo’’ as telinhas do Brasil e agora? O Governo Lula (diga-se PT) foi o que mais se deparou com escândalos de evasão do dinheiro público (dólares nas cuecas, mensalão, gastos inescrupulosos em cartões corporativos) e ninguém se manifestou. Será que o Bolsa-Família, o Bolsa-Escola, etc., abafaram isso? Será que os caras-pintadas resolveram colocar aqueles narizinhos de palhaço ou tapa olho para fazer de conta que não estão vendo? Não acredito! Boto fé na nossa juventude. Acorda, galera!
MARIA REGINA MINTO REYES
(assistente administrativo) - Londrina
Natureza morta
  O texto ‘‘Natureza morta’’ (Paraná/Geral, pág. 6, 16/06), do jornalista Fábio Cavazotti, me deixou com muita vergonha. Há alguns dias aconteceu o mesmo com algumas árvores da minha rua. Não me conformei e liguei para a Secretaria Municipal do Ambiente (Sema) denunciando o descaso. Mal sabia que eu estava denunciando em vão, pois os que fazem isto são autorizados pela Sema. Como diz o ditado estamos no mato sem cachorro e não temos a quem recorrer.
MARIA DE LURDE COGO MORENO
(secretária) - Londrina
Ponto de ônibus temático
  Após ver de perto o ritmo acelerado das obras da Praça do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil e constatar que ficou linda, gostaria de propor que o ponto de ônibus localizado na Avenida Leste-Oeste fosse também modificado transformando-o com características alusivas ao tema da imigração.
SERGIO BIZARRO
(empresário) - Londrina
Sobre o latim na missa
  O tema do latim no Direito apontou uma temática abordada em algumas cartas: o latim da missa. Tenho 21 anos e nunca vi uma missa em latim. Existe muita resistência e preconceitos em relação ao latim na missa que usa uma língua morta e que poucos sabem formular frases espontâneas. O que faria o sacerdote ficar preso ao missal. Isso faria os fiéis terem mais contato com as rubricas e as palavras do missal. Além disso, seria uma língua universal: onde quer que o fiel fosse, teria a mesma língua para assistir à missa. Quanto a dizerem que ninguém entenderia, se hoje há folhetos litúrgicos, haveria folhetos bilíngües. Muitas religiões possuem uma língua oficial, universal. Se existe missa afro, missa sertaneja, por que não missa em latim? É hora de superar velhos preconceitos!
LEONARDO MELO MATOS
(estudante de Direito) - Londrina
Ministério da Saúde esclarece
  Com relação à carta do leitor Waldir de Oliveira (16/06), o Ministério da Saúde esclarece as cirurgias para mudança de sexo não interferirão nas outras, porque, além de a demanda ser pequena (menos de mil pessoas), existem filas para cada tipo de cirurgia. Ou seja, um paciente que aguarda a cirurgia de mudança de sexo não entrará na fila para operação de redução de estômago. A iniciativa do Ministério da Saúde busca diminuir a dor e a angústia de pessoas que sofrem com a identidade de gênero diferente do corpo. Diante desta situação muitos desses indivíduos buscam o álcool, as drogas, tentam o suicídio e até mesmo a mutilação. Por isso, o Ministério da Saúde vê a questão da transexualidade como um problema de saúde pública.
SANDRA CARVALHO
(assessora de imprensa do Ministério da Saúde) - Brasília (DF)
Correção
- Diferentemente do informado no título da matéria ‘‘Gol no final salva a Argentina no Equador’’ (Esporte, pág. 1, 16/05), a partida válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo foi realizada em Buenos Aires.
- Ao contrário do que informou quadro da matéria ‘‘TRE já cassou 84 vereadores no Paranᒒ (Política, pág. 4, 15/06), o vereador Renato Bergamo, de Lobato, não teve o seu mandato cassado. A informação era da assessoria de imprensa do TRE, que ontem confirmou a falha.

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