Crematório terceirizado
  Se em Londrina existisse um crematório particular - afinal, um crematório público poderia gerar problemas de confiabilidade - evitaria-se a indicação de ‘‘necessidade de tanatopraxia’’ e/ou o ato de adquirir um ‘‘terreninho’’ num dos cemitérios municipais para o descanso eterno do falecido. Certamente, dificultaríamos a ação de alguns ‘‘sanguessugas de plantão’’ que, conforme veiculação pela imprensa, se aproveitam de momentos de dor e de desespero alheio para benefício próprio. A cremação é rápida e, a meu ver, ecologicamente menos invasiva que o modo tradicional. Em inúmeros países isso ocorre, como no Japão onde a cremação faz parte da cultura. Pensemos nisso!
HERANA MARCIDELLI FADEL MARQUES
(bióloga) - Londrina
CPMF: já vi este filme
  A mídia está novamente veiculando a notícia da ‘‘ressurreição’’ da famigerada CPMF. Lembro da cena quase patética do médico Adib Jatene chorando na TV e pedindo ao povo para aceitar e colaborar com a saúde. Moral da história: saiu a CPMF com uma alíquota de 0,05% e foi subindo e a saúde pública não viu necas de pitibiriba dessa montanha de dinheiro. Agora, querem reprisar a cena com a mesmíssima alegação. Será que alguém vai aceitar essa lambança do Planalto de que o dossiê foi enviado por engano? Acho que já está mais que na hora de trocar essa cabeça ‘‘pensante’’ do Planalto.
EDMILSON ASSIS DOS REIS
(autônomo) - Londrina
Concurso da Sanepar
  A Sanepar promoveu em 2006 um concurso público que supostamente teria o intuito de contratar trabalhadores aprovados para diversos cargos oferecidos. Diante da possibilidade de trabalhar em uma empresa tão ‘‘renomada’’ e ‘‘séria’’, decidi concorrer a uma das oitos vagas ‘‘imediatas’’ para o cargo de economista. Depois de meses de dedicação aos estudos, realizei a prova e obtive a 1º colocação. Infelizmente, descobri esta semana que não seria chamado pois o concurso destinava-se somente à arrecadação financeira. Sinto-me logrado e indignado pelos quase mil candidatos que também pagaram e concorreram por uma das tão sonhadas oito vagas ‘‘imediatas’’.
JEAN CARLOS DA SILVA
(atendente) - Londrina
Obra paralisada
  A Associação Beneficente voltada aos nossos velhinhos, anunciada pelo sr. Galvão Bueno, está paralisada há mais de três anos. O terreno localizado em local nobre, no Jardim Alcântara, foi doado pela Prefeitura para que ali se construísse tal empreendimento. A obra parada causa má impressão a todos que residem naquele bairro. Gostaria de saber qual o tempo que a obra deveria ser finalizada. A cobrança deveria partir da Câmara Municipal, posto que o terreno público foi doado com o intuito de ali se construir tal Associação Beneficente Galvão Bueno.
GILMAR ÂNGELO DE AZEVEDO
(agropecuarista) - Londrina
Viagem de Requião
  Se realmente o governador Roberto Requião nesses dez dias de viagem à Alemanha pretende conhecer as estradas e o sistema de segurança adotado pelos alemães (Informe Folha, 20/05), cometeu uma falha: deixou de levar em sua comitiva um ‘‘expert’’ no assunto: seu líder na Assembléia, deputado Luiz Carlos Romanelli (PMDB). Com certeza ,iria ensinar como furar pedágio sem ser multado pela infração.
NAYM LIBOS
(jornalista) - Curitiba
Justiça trabalhista
  Que a justiça brasileira é ‘‘velha, lenta e cega’’ eu já sabia. Agora vi os telejornais denunciarem que a justiça trabalhista está leiloando bens arrestados que já foram arrematados mais de uma vez ou nem existem mais, deixando os compradores no prejuízo. Qual é mesmo o nome que se dá a isso? Tem magistrado brincando de ser juiz ou tem gente zombando da lei? Isto precisa ser esclarecido.
SÉRGIO TORETO
(escriturário) -Goioerê

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