CPMF de novo?
  É o cúmulo o que o pessoal de Brasília está fazendo. Sem coisa melhor para inventar, estão tentando ressuscitar a famigerada CPMF que já deve estar fedendo depois de ser defenestrada e enterrada. Será que tudo aquilo que vimos foi pano-de-cena? Os mesmos que votaram pelo fim dessa excrecência estão querendo dar uma de bonzinho com o governo, que agora faz-de-conta que não a quer mais. É o fim de nossas esperanças. Até quando iremos ficar com este nariz de palhaço achando que ‘‘política é isso mesmo’’?
JOÃO ALBERTO TWARDOWSKI
(médico) - Guaíra
CPMF: parece brincadeira!
  Depois de tantas lutas para pôr fim à CPMF, o Governo Lula, na sua característica marcante de descaso e comodidade, retorna com esse assunto asqueroso e maçante. Sob alegação de obtenção de recursos necessários para a Saúde, ressuscita um pilantra, que provavelmente renascerá menor, porém de forma definitiva e não mais provisória. Curioso é que corte de mordomias e fim de corrupção nunca serão fontes de recursos, como se já fizessem parte do passivo do orçamento federal.
HABIB SAGUIAH NETO
(aposentado) - Marataízes (ES)
Zona Azul & Praça Rocha Pombo
  Está na hora de a comunidade auxiliar o poder público na solução do problema da Zona Azul. Sugiro a construção de um grande estacionamento na Praça Rocha Pombo utilizando-se o desnível acentuado do terreno que poderia ter vários pisos, com entrada e saída pelas ruas laterais. Nivelando-se o piso superior com o Museu de Artes onde seria reconstruída a praça - hoje abandonada e ponto de drogas e prostituição - moderna, bem iluminada e adequadamente integrada ao Museu. A área seria construída por empresa(s) privada(s) e o poder público faria a concessão e ela(s) da exploração do estacionamento por um determinado período. Perdeu-se ótima oportunidade de se fazer algo semelhante na praça do centenário de imigração japonesa em frente ao PAI.
ANTONIO JOSÉ LEMOS
(bancário aposentado) - Londrina
Zona Azul
  Gostaria de dar minha sugestão para o caso da Zona Azul. Poderiam implantar neste sistema o pagamento proporcional que foi usado: caso compre o cartão mínimo de 30 minutos e utilize apenas 5 minutos, recebo do ‘‘fiscal’’ um novo cartão com a possibilidade de utilização de outros 25 minutos e assim por adiante. Portanto, neste sistema cobra-se o justo utilizado.
DANIEL UEDA
(professor) - Londrina
Serviço da Acesf
  Com relação à matéria ‘‘Afastados da Acesf não são únicos citados’’ (Política, pág. 5, 20/05), no dia 15/09/2007 minha mãe faleceu às 6h30. Às 8h estive na Acesf e fui induzida a fazer o tal serviço de tanatopraxia do contrário minha mãe seria enterrada no mesmo dia por ter morrido no Hospital de Câncer. Fui categórica e deixei bem claro que não queria o serviço e não aceitei o enterro no mesmo dia. Diante da minha posição, me disseram que iam dar um jeito para enterrar no outro dia o que realmente aconteceu. Na época, também fiquei em dúvida sobre a necessidade do serviço, porém não me dobrei ao alto custo do serviço e exigi meus direitos de poder velar minha mãe com mais tempo.
MARIA DE LOURDES RODRIGUES
(dona de casa) - Londrina
Vexame coxa-branca
  A Prefeitura de Curitiba deveria apresentar um pedido formal de desculpas a Florianópolis que foi vítima de um bando de curitibanos travestidos de torcedores do Coritiba. Eles espalharam terror junto à sede da torcida do Figueirense. A Polícia de Santa Catarina deveria enfiar estes criminosos da torcida alviverde no xadrez e deixá-los um bom tempo para aprenderem a respeitar os outros, o patrimônio público e particular e serem reeducados para o convívio social.
CÉLIO BORBA
(artista plástico) - Curitiba

mockup