Zona Azul 1
Com relação ao Editorial ''Tráfego, estacionamento e Zona Azul'' (Opinião, pág. 2, 05/05), Londrina é uma cidade que cresceu e o povo ainda tem costumes interioranos. Precisamos sim de um plano viário mais moderno e que dê condições do usuário que paga impostos se livrar do caos. No Centro da cidade está cada vez mais difícil achar vagas para estacionar. A solução emergencial seria transformar todas as vias com estacionamento diagonal, assim dobraria o número de vagas. É só usar a cabeça ao invés de sair punindo todo mundo.
MARIO MORI (fotógrafo) - Londrina
Zona Azul 2
Um alívio para o trânsito londrinense seria a proibição de qualquer tipo de ''carga e descarga'' entre as 6h e 22 horas. E também a proibição do trânsito de carroceiros e carrinhos de reciclagem nesse mesmo horário. Haveria um horário especial para essas atividades, exclusivamente das 22h às 6h. O comércio reclamaria da mudança, mas tenho certeza de que melhoraria o trânsito da cidade.
ROGÉRIO CACIONE (servidor público federal) - Londrina
Indignação com a CMTU
Concordo com as reclamações feitas por leitores no dia 03/05, mas eles devem repensar a suas atitudes. Ediney Vanderli Pinheiro reclamou ao ser autuado pelos agentes da CMTU e acha normal estacionar sobre a calçada em bairro pouco habitado. Estacionamento sobre calçadas é proibido em qualquer local. Nelson Meira da Silva reclamou dos parentes de vereadores fazerem parte do Conselho da CMTU e concordaria que pessoas especiais com carência financeira fossem indicadas ao conselho. Os critérios devem ser técnicos e não financeiros. Critério financeiro também deve ter sido a alegação dos envolvidos, apesar de não serem especiais. Ederson dos Santos Maciel disse que é a última esperança antes de desistir. Nunca desista, ainda mais sendo um professor. Ao professor cabe, além da dura tarefa de ensinar, repassar outras informações para esclarecer e meios para se manifestar e não para desistir.
AIRTON NOZAWA (professor universitário) - Londrina
Marcha da vergonha
Com uma infinidade de coisas seríssimas para ser resolvidas, somos obrigados a deparar com uma estarrecedora notícia de tal quilate. No decorrer da semana passada foi noticiado o baixo índice de aprendizagem dos brasileiros, em especial as faculdades de Medicina. Infelizmente estão confundindo liberdade com libertinagem. Quem deve estar felicíssimo com esse movimento são apenas os barões do tráfico. Fora disso, os pobres laranjas morrem a toda hora. Pobre Brasil, que vergonha!
MIGUEL CARLOS TÓFANO (músico) - Londrina
Legalização da maconha
Fico impressionado em ver o número de pessoas que se posiciona de forma contrária à marcha da maconha levando em conta apenas o ''senso comum''. Há anos tenta-se erradicar as plantações da erva, assim como seu tráfico. Houve êxito? Não! Acredito que a legalização seria uma boa forma de repensar a solução, ou seja, legaliza-se o uso da maconha criando-se uma regulamentação rigorosa para cultivo e transporte e impondo uma tributação tão ou mais onerosa do que a imposta ao cigarro e às bebidas alcóolicas. Com a liberação regulamentada, o tráfico (este sim é o grande problema, senhores) perderia parte do seu poder. Sem contar que, a longo prazo, o número de jovens aspirantes a usuários diminuiria por não terem sua curiosidade aguçada por algo proibido. Legalização sim, mas com tributação e leis específicas.
MATEUS PATROCÍNIO DE OLIVEIRA (músico) - Londrina

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