CARTAS
Espírito olímpico
Aproveitando essa época quando aflora o espírito olímpico e o mundo inteiro se preocupa com a independência do Tibet e os direitos humanos na China, seria apropriado sabermos onde e como estão os atletas cubanos que tentaram desertar das maravilhas de Fidel durante os Jogos Pan-Americanos do Rio e foram tão eficientemente caçados e extraditados pela política social brasileira. Quem sabe poderiam ser entrevistados por insuspeitos institutos de pesquisa e opinar sobre os incríveis índices de aprovação do governo Lula. E olha aí hein, seus ingratos, cuidado com el Paredón!!!
MARCOS PROCHET (produtor rural) - Londrina
Espécies do Lago Igapó
Tendo em vista as recentes aparições do nosso amigo Jackie - o jacaré do Igapó -, resolvi falar de outras espécies aquáticas que são também moradoras do lago e arredores. O Bagre ensaboado se faz de morto para enganar o coveiro. Liso e ensaboado, ele é muito difícil de ser pego, mas segundo especialistas já está com seus dias contados. A Traíra, dizem que tem esse nome porque morde a mão de quem lhe dá emprego, digo, alimento. O Peixe Galo, se diz o rei do galinheiro, mas quando leva uma prensa começa a cantar. O Peixe Boi, também conhecido como vaquinha de presépio, não se manifesta e somente acompanha os outros. O Peixe Elétrico, usado para ligar o painel eletrônico. A Piranha, dá no rio, no lago, no aquário e acompanha muito bem um churrasco. Os mais curiosos peixes são os que chegam a cada quatro anos em enormes cardumes: lambaris metamórficos, que chegam Lambaris, a maioria desaparece rapidamente, raríssimos continuam Dourados enquanto que o restante sofre transformações: primeiro em Peixes-Boi, depois Bagres, seqüencialmente Traíras, para enfim Robalos.
RUBEM DE OLIVEIRA CAUDURO (professor) - Londrina
Praça dos japoneses
O espaço que está sendo utilizado para homenagear os japoneses poderia servir para causas mais essenciais à população. Ali deveria-se construir mais um Posto de Saúde, uma creche ou uma escola, por exemplo. Quem está bancando a obra? O povo? A prefeitura? O terreno é dos japoneses? Quero saber. Tem coisas de maior prioridade do que isso na cidade como a buraqueira que tem nas ruas. Quando vão tomar vergonha na cara?
MARIA REGINA MINTO REYES (assistente administrativo) - Londrina
Coluna do Mazza
Realmente este Mazza é um jornalista com estofo, pedigree e QI previligiados. Dá gosto ler esta coluna. Parabéns Paranaguá pelo filho ilustre que nos destes.
CURT SIEWERDT FILHO (técnico gráfico) - Londrina
Homeopatia e duendes
Foi muito infeliz a colocação do doutor Julio Plastina em relação à Homeopatia. É preciso aprofundar-se na filosofia homeopática para entender os princípios curativos desta ciência. E é no Organon da arte de Curar, de Samuel Hannemann, que está contida toda a preciosidade que nos legou esse grande médico, há 250 anos e que até hoje não foi modificada em sua essência. Já está provado que nada mais pode ser acrescentado à Homeopatia. Ela simplesmente é. Pode levar à cura para qualquer pessoa que sofra, mas não é para qualquer um entendê-la. O profissional tem que compreender o ser humano como único e indivisível e saber que a medicação homeopática é tão sutil que atingirá a alma do enfermo e, então, como um bálsamo suave, trará a cura de um modo permanente. Meus parabéns à valorosa colega dra. Rosana Mara Ceribelli Nechar pelo artigo a A Ciência Homeopática (Espaço Aberto, 29/04).
JOÃO ALBERTO TWARDOWSKI (médico homeopata) - Guaíra
Ouvidoria que não ouve
Tentei descobrir o endereço da Ouvidoria da Saúde em Londrina pois pretendia protocolar denúncia contra flagrante irregularidade no atendimento à pessoa portadora de doença mental. Porém, tive uma surpresa ao ligar para o número 0800-400-1234. O número divulgado orienta ou desorienta a deixar um recado numa caixa postal de vozes, resumindo: fornece a opção de falar com uma máquina e fazer a denúncia ou reclamação. Estão conseguindo desmoralizar a tal ouvidoria que não ouve ninguém.
LOURIVAL BARBOSA (estudante de Direito) - Londrina
As cartas devem ser digitadas, ter no máximo 10 linhas e vir acompanhadas da fotocópia do RG, endereço, telefone e profissão/ocupação do leitor. Via internet: ter no máximo 10 linhas, nome completo, endereço, telefone, RG e profissão/ocupação. As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. E-mail: [email protected]





